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Archive for julho \26\UTC 2010

Dança

Ballet Clássico

A peça a “Bailarina e o Saldadinho” fala de uma bonequinha que dança Ballet Clássico. Este poderá ser o seu primeiro passo.

Se você tiver um projetor de imagens na escola ou um computador, poderá captar muitas imagens, e apresentá-las aos alunos.  Fazendo sempre uma boa discussão. Colocarei algumas delas abaixo.

Mas antes de apresentar qualquer imagem, lembre-se que Ballet Clássico não é só para meninas. E  que você deverá tirar este preconceito machista da cabeça dos seus alunos.

A Dança é linda para todos! Cada um escolhe como, e  qual dança gosta mais. E ninguém tem o direito de julgar ninguém. “Preconceito de qualquer espécie é crime”.


Ballet Clássico (História)

O ballet é a dança mais complexa que existe. Seus movimentos que não se limitam somente ao chão, exploram também o ar em saltos surpreendentemente belos. O preparo necessário para a execução de cada movimento, a graciosidade dos bailarinos misturadas a força é o que dá toda a grandeza dessa arte doce e forte. Os princípios básicos do balé são: postura ereta, uso do en dehors, verticalidade corporal e simetria. Essa dança, têm suas raízes na Itália renascentista, através das pantomimas que eram realizadas por atores e circenses em grandes salões para membros da corte.

Luís XVI foi o fundador da Academia Real de Dança, em 1661. Esse berço do balé profissional deu grande impulso à dança. O balé passou para o teatro. Os artistas eram sempre do sexo masculino. Usavam máscaras e trajes que dificultavam os movimentos. As mulheres foram incluídas como bailarinas em 1681, por Lully, em seu “O Triunfo do Amor”. Os passos eram baixos e sem saltos. Os grandes saltos foram incorporados à técnica pelo grande bailarino Ballon. As cinco posições básicas dos pés, foram elaboradas por Pierre Beauchamp.
Foto: Cia Conservatório(RJ)vencedora no gênero Balé Clássico,
da Mostra Competitiva do 26º Festiva de Dança de Joinville de 2008

Ballet Contemporâneo

Enquanto o ballet clássico preza pelos movimentos perfeitos, o ballet contemporâneo, liberta de toda essa rigidez o bailarino. Não são mais necessários os joelhos sempre esticados, as pontas perfeitas ou o uso de sapatilha de ponta. Além de que o chão, aqui, passa a ser utilizado como parte da dança, como objeto cênico.

O ballet contemporâneo é totalmente diferente do ballet clássico. O ballet contemporâneo usa algumas bases e movimentos clássicos, contudo, o bailarino contemporâneo é liberado das técnicas clássicas super exigentes.

Dito isso, pode-se concluir que a grande diferença entre os dois está no fato de o ballet clássico visar a perfeição dos movimentos da técnica clássica, enquanto o  ballet contemporâneo dá ênfase aos mais diversos movimentos corporais que se ligarão aos movimentos básicos sem a exigência clássica.

Um ótimo lugar para você fazer pesquisa, é no site de uma das melhores coreógrafas contemporânea do mundo, Deborah Colcker.

Você pode viajar pela dança em outros ritmos também.
Existem inúmeras técnicas de dança que você pode mostrar para os seus alunos.
Escolha a da sua preferência e boa diversão.
Danças folclóricas
Danças de rua
Hip Hop
Dança junina
Dança de salão,etc

Divirta–se!!!!!!

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“O Soldadinho e a Bailarina” é uma de livre adaptação do conto de fadas “O Soldadinho de Chumbo” de Hans Christian Andersen que conta a aventura de amor de um  soldadinho Perneta e Sofia, a bailarina de papel.

Na peça teatral, Luana Piovani é Sofia, uma bailarina de papel que divide o quarto do menino Euclides com outros brinquedos; o ursinho Prestimoso e o temível Boneco, Palhaço de Molas. O Boneco, Palhaço de Molas chantageia a bailarina toda noite, por ela não ter aceito o seu pedido de casamento.

No entanto, a situação muda completamente, com a chegada dos Soldadinhos de chumbo, que se unem aos brinquedos do menino Euclides.

Junto aos soldadinhos está o soldadinho de chumbo, Perneta. Ele é um soldadinho de chumbo de apenas uma perna, porque o chumbo acabou na hora da sua fabricação.

À noite, depois que os humanos adormecem, todos os brinquedos saem da caixa de brinquedos e são recepcionados pela velha Harpa, pelo urso Prestimoso e por Marionete.

A linda bailarina Sofia, feita de papel, desperta, e o soldadinho Perneta  imediatamente se encanta por ela. Os dois se apaixonam despertando a ira do Palhaço de Molas, o vilão da história.

A atriz Luana Piovani, acredita que a temática da peça vai ajudar os pequenos a terem menos preconceito.

As músicas escritas para o espetáculo são o resultado de uma parceria entre o diretor musical Ernani Maletta e o compositor Vitor Pozas, por meio de um projeto com crianças da cidade de Araçuaí, em Minas Gerais. As canções revelam traços culturais da arte popular brasileira e ritmos interioranos.

Quanto à cenografia, Gabriel Villela (diretor do espetáculo) evitou definir um local específico, fazendo com que o espectador use sua imaginação para criar o universo da bailarina.

Já os figurinos nos remetem à cultura nórdica do leste europeu, com roupas de linho, das festas folclóricas da Hungria. O diretor também buscou inspiração na commedia dell’arte, utilizando tecidos claros, retalhados artesanalmente, com aplicações de pedrarias e bordados à mão, que lembram a poeira da estrada e o teatro itinerante.

 

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Era uma vez um menino que tinha muitos brinquedos. E ele os guardava todos, no seu quarto.

Durante o dia, o menino, passava horas e horas felizes brincando.

Uma de suas brincadeiras preferidas, era a de fazer a guerra, com seus soldadinhos de chumbo.

Colocava-os uns de frente para os outros e começava a batalha. Quando os ganhou de presente, se deu conta de que a um deles, faltava uma perna, por causa de um defeito de fabricação. O chumbo acabou, justo na vez dele.

Contudo, quando ele brincava, colocava sempre, aquele soldadinho sem uma perna, na primeira linha, diante de todos, incentivando-o a ser o mais valente. Na verdade o soldadinho era o seu preferido.

Mas, o que menino não sabia, é que os seus brinquedos durante a noite, adquiriam vida e falavam entre eles, e, às vezes, ao colocar ordenadamente os soldados, colocava por descuido o soldadinho sem perna entre os outros brinquedos.

E foi assim, que um dia, o soldadinho de chumbo, sem uma perna, pode conhecer uma gentil bailarina, também de chumbo. Entre os dois se estabeleceu uma corrente de simpatia e, pouco a pouco, quase sem se dar conta, o soldadinho se apaixonou por ela.

As noites continuavam rapidamente, uma atrás da outra, e o soldadinho apaixonado não encontrava nunca o momento oportuno para declarar seu amor a bailarina. Quando o menino o deixava no meio dos outros soldados em uma batalha, torcia para que a bailarina se desse conta de sua coragem.

Quando ela lhe perguntava se tinha tido medo, ele lhe respondia todo entusiasmado, que não.

Mas os olhares insistentes e os suspiros do soldadinho não passaram despercebidos pelo palhacinho que estava trancado em uma caixa de surpresas. Cada vez que, por um passe de mágica, a caixa se abria à meia-noite, um dedo ameaçador apontava para o pobre soldadinho.

Finalmente, uma noite, o palhacinho explodiu

— Ei, você! Deixe de olhar para a bailarina!

O pobre soldadinho ficou muito envergonhado, com o rosto todo vermelho. Mas, a bailarina, muito gentil, o consolou:

— Não lhe dê ouvidos, ele é um invejoso! Eu estou muito feliz por falar com você. E logo que terminou de falar a frase, a bailarina ficou toda vermelha.

Pobres estatuazinhas de chumbo, tão tímidas, que não se atrevem a confessar seu mútuo amor!

Mas um dia, foram separados, quando o menino colocou o soldadinho no batente de uma janela.

— Fique aqui e vigie para que não entre nenhum inimigo, porque mesmo que você seja manco, bem que pode servir para sentinela.

O menino logo colocou os outros soldadinhos em cima de uma mesa para brincar.

Passavam os dias e o soldadinho de chumbo não era deslocado do seu posto de guarda.

Numa tarde, uma grande chuva começou, o vento era muito forte, e a janela não parava de sacudir. Tanto sacudiu, que acabou batendo na figurinha de chumbo, que se precipitou no chão. Ao cair do batente, com a cabeça para baixo, a baioneta do fuzil se cravou no chão. O vento e a chuva continuaram por muito tempo. Uma tempestade de verdade! A água, que caía, logo formou amplas poças e pequenos riachos que escapavam pelo esgoto.

Um grupo de garotos esperava que a chuva diminuísse, cobertos na porta de uma escola próxima. Quando a chuva parou, começaram a correr em direção às suas casas, evitando por os pés nas poças de lama. Dois garotos se refugiaram das últimas gotas que escorriam dos telhados, caminhando muito próximos às paredes dos prédios.

Foi assim, que os meninos viram o soldadinho de chumbo enterrado no chão, encharcado de água.

— Que pena que só tenha uma perna! Se não, eu o levaria para casa — disse um deles.

— Vamos levá-lo assim mesmo, para algo servirá — disse o outro, e o colocou em um dos bolsos.

No outro lado da rua descia um riachinho, que transportava um barquinho de papel que chegou até ali, não se sabe como.

— Vamos colocá-lo em cima deste barquinho, e ele parecerá um marinheiro! — disse o menino que o havia recolhido.

E foi assim que o soldadinho de chumbo se transformou em um navegante. A água do riachinho era engolida pelo esgoto, que acabou engolindo também o barquinho.

No canal subterrâneo o nível das águas era alto.

Enormes ratazanas, rangiam os dentes, e observavam o marinheiro em cima do barquinho afundando. Mas não seriam umas míseras ratazanas que iriam assustá-lo. Imagine! Justo ele, que havia enfrentado tantos e tantos perigos em suas batalhas!

O esgoto desembocava no rio, até que o barquinho chegou ao final e afundou, sem solução, empurrado por redemoinhos.

Depois do naufrágio, o soldadinho de chumbo acreditou que seu fim estava próximo. Foi quando ele começou subir das profundezas das águas. Milhares de pensamentos passaram, pela sua cabeça, mas havia sobretudo um que o angustiava mais que nenhum outro: era o de não voltar a ver jamais a sua bailarina…

Logo, uma boca imensa o engoliu para mudar seu destino. O soldadinho se encontrou no escuro estômago de um enorme peixe, que avançou vorazmente sobre ele, atraído pelas cores brilhantes do seu uniforme.

Sem dúvida, o peixe não teve tempo de ter problemas de digestão com uma comida tão pesada, já que em pouco tempo foi preso pela rede que um pescador havia jogado ao rio.

Pouco depois acabou agonizando em uma cesta de compra, junto com outros peixes tão infelizes como ele. Acontece que a cozinheira da casa na qual havia estado o soldadinho chegou ao mercado para comprar peixe.

— Esse exemplar parece apropriado para os convidados desta noite — disse a mulher, contemplando o peixe exposto em cima de um balcão.

O peixe acabou na cozinha, e, quando a cozinheira o abriu para limpá-lo, ficou surpresa com o soldadinho em suas mãos.

— Mas esse é um dos soldadinhos de…! — gritou, e foi em busca do menino para contar-lhe onde e como havia encontrado seu soldadinho de chumbo que estava sem uma perna.

— Sim, é o meu! — exclamou espantado o menino ao reconhecer o soldadinho sem pernas que havia perdido.

Quem sabe como chegou até a barriga deste peixe! Coitadinho, quantas aventuras haverá passado desde que caiu da janela! — e o colocou na estante da chaminé onde sua irmãzinha havia colocado a bailarina.

Um milagre havia reunido de novo os dois apaixonados. Felizes de estarem outra vez juntos, durante a noite contavam o que havia acontecido desde a sua separação.

Mas o destino lhes reservava outra surpresa ruim: um vendaval levantou a cortina da janela, e, batendo na bailarina, derrubou-a na lareira.

O soldadinho de chumbo, assustado, viu como sua companheira caía. Sabia que o fogo estava aceso porque notava seu calor. Desesperado, se sentia incapaz de salvá-la.

Que grande inimigo é o fogo, que pode fundir umas estatuazinhas de chumbo como nós!

Balançando-se com sua única perna, tratou de mover o pedestal que o sustentava. Depois de muito esforço, acabou finalmente caindo também ao fogo. Juntos dessa vez pela desgraça, voltaram a estar perto um do outro, tão perto que o chumbo de suas pequenas pernas, envolto em chamas, começou a fundir-se.

O chumbo da perna de um se misturou com o do outro, e o metal adquiriu surpreendentemente a forma de um coração.

Seus corpinhos estavam a ponto de fundir-se, quando coincidiu passar por ali o menino. Ao ver as duas estatuazinhas entre as chamas, empurrou-as com o pé longe do fogo.

Desde então, o soldadinho e a bailarina estiveram sempre juntos, tal como o destino os havia unido: sobre apenas uma perna em forma de coração.

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Hans Christian Andersen

Andersen queria ser ator, cantor, e bailarino. Mas, na verdade, acabou por criar contos infantis, e estes contos se tornaram ficções para leitores de todas as idades.
O autor das histórias “O Soldadinho de Chumbo”, “O Patinho Feio”, As Roupas Novas do Rei, A Pequena Sereia e A Pequena Vendedora de Fósforo, entre muitas outras, nasceu em 02 de Abril de 1805, em Odense, na Dinamarca, em uma família pobre, humilde.

Seu pai era um sapateiro de vinte e dois anos, instruído mas de saúde muito fraca. E sua mãe, era uma lavadeira, vários anos mais velha que seu pai.

Toda a família vivia e dormia num único quarto. O pai adorava o seu filho e foi ele quem exercitou a imaginação e a criatividade de Andersen, deixando-o aprender a ler, contando-lhe histórias. Para um melhor aprendizado seu pai fabricandou-lhe um teatrinho de marionetes. Neste teatrinho Andersen apresentava peças clássicas, tendo chegado a memorizar muitas peças de Shakespeare. Estas peças, eram encenadas com seus brinquedos.

Em 1816, seu pai morreu e ele, com apenas onze anos de idade, foi obrigado a abandonar a escola e mudar-se para Copenhage

Nunca se casou, nem teve filhos. Em 1835, publicou os dois primeiros dos 156 contos que haveria de escrever, inspirado no mundo de fadas e duendes e na tradição popular dinamarquesa. Ele continuou escrevendo seus contos infantis até 1872.

No começo, Andersen escrevia contos baseados na tradição popular, especialmente no que ele ouvia durante a infância, mas depois desenvolveu histórias no mundo das fadas ou que traziam elementos da natureza.

No final de 1872, Andersen ficou gravemente ferido ao cair da sua própria cama, e permaneceu com a saúde abalada até  04 de agosto de 1875, quando faleceu, em Copenhague, onde foi enterrado.

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Início – Meu primeiro post neste blog

Vamos começar pelo começo. (Hi!Hi!Hi!HiHi!)

Este será o meu primeiro post neste Blog. Um Blog novo, merece ter um bom início. Um início bem legal!!!!

Então! Vamos a ele!

Inicialmente pensei em um, Projeto Novo.

1º Projeto Bailarina

Como oProjeto da Bailarina é muito grande, e não cabe em uma página, irei dividí-lo em várias páginas. Leiam todas.

Projeto Bailarina

No próximo mês de agosto, teremos em São Paulo o Musical “ O Soldadinho e a Bailarina. É a terceira peça infantil da atriz Luana Piovani. Ela já encenou “Alice no País das Maravilhas” e o “Pequeno Príncipe”. Mas, desta vez, veremos um musical.

Bem! Irei montar com vocês o início de um projeto.

Digo o início, porque vocês também poderão me ajudar na confecção do mesmo, postando novas idéias. E também porque só posso dar continuidade ao projeto, depois de assistir ao espetáculo.

Por enquanto, começaremos o projeto, conhecendo  um pouco da vida do autor da história  O Soldadinho de Chumbo”, Hans Christian Andersen e sua história, escrita em 1838.

Depois conheceremos adaptação da peça a “Bailarina e o Soldadinho”, e veremos também  um pequeno vídeo sobre o musical, do You tube.

Conheceremos ainda, uma pequena sinopse da peça.

E uma adaptação da mesma história

Poderemos dar continuidade ao  projeto falando de DANÇA.

 

 

Tânia Regina M Costa

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