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Archive for fevereiro \25\UTC 2012

Este ano pedi aos meus alunos do 1º ano do Ensino Médio, que fizessem uma critica ao Carnaval de 2012. A proposta era que  eles escolhessem qualquer uma das escolas de Samba, não importando no entanto, se ela era de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Eles teriam que fazer uma crítica sobre a apresentação, o desfile, da escola escolhida.

 

Mas, não estava nos meus planos, ter assistido ao vexame da apuração de São Paulo que assisti. Faltou caráter, dignidade, ética e amor ao próximo nesta apuração.

 

As pessoas das comunidades, e não estou aqui falando de nenhuma comunidade em particular, mas de todas elas, trabalham o ano inteiro, para fazer um bom desfile de carnaval. E  a briga de egos dos “Maiorais” destruíram isso tudo.

Que pena, que nossas  comunidades estejam nas mãos de pessoas tão mesquinhas!

 

Mas, como pedi a critica; resolvi contribuir com a minha, já que este ano fui premiada duas vezes em São Paulo e no Rio de Janeiro.

A escola Mocidade Alegre minha escola do coração em São Paulo, foi a sétima colocada no carnaval paulistano de 2011, este ano usou a poesia para abordar a cultura afro-brasileira.

Jorge Amado

A partir da obra predileta de Jorge Amado, Tenda dos Milagres, a escola levou para a avenida a tradição dos Ojuobás, os representantes de Xangô que buscam a justiça na Terra, com o enredo “Ojuobá – No Céu, os Olhos do Rei… Na Terra, a Morada dos Milagres… No Coração, Um Obá Muito Amado!”

A temática afro fez parte mais uma vez da Mocidade Alegre, que prestou também homenagens ao escritor Jorge Amado, comemorando o seu centenário.

A “Morada do Samba”, como é conhecida a Escola Mocidade Alegre em São Paulo, foi atingida por um incêndio em seu barracão no dia 9 de janeiro. Embora o fogo tenha ocorrido numa área onde estavam as esculturas de carnavais anteriores, a comunidade e os carnavalescos tiveram de se desdobrar para recuperar algumas alegorias e esculturas do desfile deste ano que estavam no barracão instalado sob o viaduto Pompéia.

Nada disso fez com que a Mocidade, perdesse a vontade de vencer, ela que estava em jejum de título desde 2009, fez um desfile com 3.500 componentes, 25 alas e cinco alegorias, tudo isso diluído em muita garra.

Todas as alas foram muito bem coreografadas. Todos os carros e fantasias estavam perfeitos. E a bateria do Mestre Sombra, que não recebeu 10 de todos os jurados estava maravilhosa, como sempre!

Carro Alegórico da Mocidade

Bateria da Mocidade

A Rainha da Bateria Aline de Oliveira tocou surdo de terceira em cima de uma plataforma.

Foram apurados oito quesitos pelos jurados: Alegoria, Fantasia, Enredo, Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira, Bateria, Harmonia, Evolução e Samba-Enredo. 

Até a hora em que a apuração dos votos foi interrompida,  por Tiago Tadeu Faria, de 29 anos, que rasgou as notas do carnaval 2012, no Sambódromo do Anhembi, a  Mocidade Alegre liderava com 160 pontos, em segundo e terceiro lugares ocupados pela Rosas de Ouro e Vai-Vai, respectivamente.

Nossa presidente Solange Bichara rezou durante toda a apuração e a Mocidade Alegre foi escolhida a melhor Escola de Samba do Carnaval paulistano de 2012 na noite de terça-feira (21), a poucos minutos das 23h.

 

Presidente Solange Bichara

Por outro lado, a minha mais nova escola do coração, é a Unidos da Tijuca. Que vem me cativando ano a ano, um pouquinho mais a cada ano. A história da agremiação, pode ser dividida em duas partes: antes e depois do Carnavalesco  Paulo Barros que é o motivo pelo qual deixei de torcer pela Mangueira.

Carnavalesco Paulo Barros

As ideias de Paulo Barros são simplesmente MA-RA-VI-LHO-SAS, ele transformou o Carnaval do Rio de Janeiro de luxo, em um grande espetáculo.

O enredo da escola deste ano (2012) foi sobre Luiz Gonzaga, que faria 100 anos em dezembro. Essa é a primeira vez que o carnavalesco Paulo Barros – foi considerado o mais criativo da Sapucaí,  com “O dia em que toda a realeza desembarcou na Avenida para coroar o rei Luiz do Sertão”.

Luiz Gonzaga

Acostumado a encantar a Sapucaí com enredos “hollywoodianos”, o carnavalesco Paulo Barros se debruçou sobre um tema mais brasileiro este ano.  Mas, enganou-se, quem pensou que o seu desfile seria tradicional. Como já virou marca na escola, o desfile da Unidos da Tijuca foi uma grande surpresa. Nela desfilaram desde personagens da cultura pop e até uma homenagem ao meu querido Mestre Vitalino, escultor pernambucano.

A escola de samba Unidos da Tijuca foi a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2012.

Carro Alegeorico o Mercado

Comissão de Frente Unidos da Tijuca trouxe o romeno do Mummenschanz

Carro Alegórico do Mestre Vitalino

 

Este é o terceiro campeonato da Unidos da Tijuca no Carnaval carioca. Seu primeiro título veio em 1936, e depois passou por um longo jejum até faturar o bicampeonato, em 2010. No ano passado, ficou em 2º lugar com a homenagem a Zé do Caixão.

Neste ano, Luiz Gonzaga e a cultura nordestina foram o tema da agremiação tijucana, que entrou na avenida com 3,5 mil componentes, 34 alas, sete alegorias e toda riqueza deste nosso carnaval.

Parabéns as comunidades de São Paulo e do Rio de Janeiro! Parabéns ao nosso povo, que ainda acredita na união dos homens para trabalhar em conjunto!

Tânia Regina M Costa

 

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Semana de Arte Moderna

1922 / 2012

 

 

Antes dos anos 20, duas exposições de pintura transformaram a vida dos artistas e dos paulistas. Estas exposições foram dos artistas Lituano, Lasar Segall em 1913 e da artista Brasileira, Anita Malfatti em 1917.


Lasar Segall – A Família

 

 

Anita Malfatti – A Boba

A exposição da artista brasileira Anita Malfatti, provocou grande polêmica entre os acadêmicos paulistas. Entre os críticos, o jornalista Monteiro Lobato foi o mais cruel; para ele Anita Malfatti não sabia pintar.

 

Em posição totalmente contrária á Monteiro Lobato estaria, anos mais tarde, Mário de Andrade. A partir daí, ficou óbvio, artistas e jornalistas estavam divididos.

 

De um lado, ficaram os que pretendiam que a arte fosse eternamente Neoclássica ou eternamente uma cópia fiel do real; do outro lado, estavam todos os que queriam trabalhar com liberdade criadora.

 

E nessa divisão entre os conservadores e os criadores de uma arte verdadeiramente brasileira, prevaleceu por muito tempo e atingiu seu clímax a Semana de Arte Moderna.

 

Durante os dias 13, 15 e 17 de fevereiro de1922, o saguão do Teatro Municipal de São Paulo abrigou um conjunto amplo de obras – pinturas, esculturas, projetos arquitetônicos – consideradas ousadas o suficiente para receberem o título de “modernistas”.

 

Enquanto no saguão foram montadas exposições de artistas plásticos, como: o escultor Victor Brecheret e os desenhistas e pintores Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Vicente do Rego Monteiro e outros, foram apresentados também no palco do Teatro Municipal concertos de Villa Lobos e conferências.

Victor Brecheret – Cristo

 

Anita Malfatti

Di Cavalcanti – Samba

Vicente do Rego Monteiro  – A Mulher

 

Heitor Villa Lobos

Estes eventos da Semana de Arte Moderna foram o marco mais caracterizador da presença entre nós de uma nova concepção do fazer e compreender a obra de arte.

           

Essa manifestação decorreu da luta dos artistas preocupados com a

nacionalização das artes, que até então, seguiam os moldes europeus.

 

Em pouco tempo a voz modernista ora agredida, conseguiu mexer com a arte, e a Arte Brasileira, ganhou uma cara nova, uma vida nova.

 

Nossos artistas teimosos tiveram o bom senso de não parar, conseguindo assim, virar a arte de ponta cabeça e criar o Modernismo.

 

No Brasil as artes de um modo geral e em especial as artes plásticas podem ser divididas em antes e depois da Semana de Arte Moderna de 1922.

 

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Futurismo e Vanguarda

•O Futurismo é um exemplo de Movimento Artístico. Iniciado em 1909.

•Este Movimento, cultuava a beleza da máquina e da velocidade.

•A Velocidade era o símbolo da modernidade neste período.

Girl Balcony – Giacomo Balla

Na Pintura, assim como na Literatura, os Futuristas – como a própria palavra sugere – exaltavam o futuro e sobretudo a velocidade, que passou a ser conhecida e admirada a partir da mecanização das industrias.

Os artistas achavam que o movimento veloz das máquinas, provocavam a superação do movimento natural.

Os pintores achavam qua não bastanva representar um corpo em movimento mas sim, a expressão do próprio movimento do corpo.

Por isso, recusaram toda a representação realista e usaram, além de linhas retas e curvas, cores que sugerissem convincentemente a velocidade.

Vanguarda

Quando a produção e o pensamento de um grupo propõem uma nova visão para a arte, temos as vanguardas artísticas.

Vanguarda é “aquilo que está à frente” – Vanguardistas são artistas que procuram inovar.

Na pintura, assim como na literatura, os futuristas – como a própria palavra sugere – exaltavam o futuro e sobretudo a velocidade, que passou a ser conhecida e admirada a partir da mecanização das industrias.

O movimento veloz das máquinas, que provoca a superaçnao do movimento natural.

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Os Movimentos na Arte?

•Em Arte, há a possibilidade do artista, de fazer uma referência a vários Movimentos.

•E há também, a possibilidade, de fazer obras, que realmente se movimentem.

•Mas, na Arte, Movimento, também é uma tendência artística.

•Quando um grupo de artistas tem um objetivo ou filosofia em comum – dizemos que existe um Movimento Artístico.

•Este Movimento Artístico, pode durar, meses, anos ou décadas.

•E estes Movimentos podem englobar, a dança, a  música, a arquitetura, as artes plásticas, a literatura, etc..

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O que é Colagem?

Colagem

Colagem é a composição feita a partir do uso de materiais de diversas texturas, ou não, superpostas ou colocadas lado a lado, na criação de um motivo ou imagem.

Pássaros – Fabrício

A colagem já era conhecida antes do século XX, mas, era considerada uma brincadeira de criança.

O Cubismo foi o primeiro movimento artístico a utilizar a colagem em seus trabalhos.

A Colagem foi utilizada por Picasso e Georges Braque, entre outros.

Natureza Morta  – Picasso

A Colagem  é uma técnica não muito antiga, criativa e bem divertida, que tem por procedimento juntar numa mesma imagem outras imagens de origens diferentes.

Assemblagem

Assemblagem ou samblagem é um termo grego que foi criado por um frances para um determinado tipo de arte, a partir de 1953.

Jean Dubuffet, descreveu estes trabalhos, como algo mais que simples. Como uma colagem.

Assemblagem – Love – Schimmel

A assemblage é baseada no princípio que todo e qualquer material pode ser incorporado a uma obra de arte, criando um novo conjunto sem que este perca o seu sentido original.

É uma junção de elementos em um conjunto maior, onde sempre é possível identificar que cada peça é compatível e considerado obra.

 Ao se utilizar de diversos materiais como papéis, tecidos, madeira, “colados” a uma tela, o artista consegue ultrapassar as limitações da superfície, rompendo assim, o limite da pintura, criando uma junção da pintura com a escultura.

Assemblagem – Arthur Bispo do Rosário

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Em 1816, durante a estada da família real portuguesa no Brasil, chega ao Rio de Janeiro um grupo de artistas franceses com a missão de ensinar artes plásticas na cidade que era, então, a capital do Reino Unido de Portugal e Algarves. O grupo ficou conhecido como Missão Artística Francesa.

O convite teria partido de Antonio Araújo Azevedo, Conde da Barca, ministro de Dom João VI. Preocupado com o desenvolvimento cultural da colônia que havia se transformado em capital. O  rei trouxe para cá material para montar a primeira gráfica brasileira, onde foram impressos diversos livros e um jornal chamado “A Gazeta do Rio de Janeiro“.

  A Missão Artística tinha o objetivo de estabelecer o ensino oficial das artes plásticas no Brasil. Tinha também a missão de fundar uma academia de Belas Artes e acabou influenciando ainda o cenário artístico brasileiro. Além disso a missão ainda  estabeleceu um ensino acadêmico, inexistente até então no Brasil.

A missão foi organizada por Joaquim Lebreton e composta por um grupo de artistas plásticos. Dela faziam parte os pintores Jean Bapista Debret e Nicolas Antoine Taunay, os escultores Auguste Marie Taunay, Marc e Zéphirin Ferrez e o arquiteto Grandjean de Montigny. Esse grupo organizou, em agosto de 1816, a Escola Real das Ciências, Artes e Ofícios, transformada, em 1826, na Imperial Academia e Escola de Belas-Artes.

Os artistas da Missão Artística Francesa pintavam, desenhavam, esculpiam e construíam à moda européia, obedecendo ao estilo Neoclássico.

 

Jean-Baptiste Debret: (1768-1848) foi chamado de “a alma da Missão Francesa“.

Era desenhista, aquarelista, pintor cenográfico, decorador, professor de pintura.

Após a queda do imperador e com a morte de seu único filho, Debret decide integrar a Missão Artística Francesa, que vem ao Brasil em 1816. Instala-se no Rio de Janeiro e, a partir de 1817, ministra aulas de pintura em seu ateliê. Em 1818, colabora na decoração pública para a aclamação de D. João VI (1767 – 1826), no Rio de Janeiro. Por volta de 1825, realiza águas fortes, que estão na Seção de Estampas da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. De 1826 a 1831, é professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, atividade que alterna com viagens para várias cidades do país, quando retrata tipos humanos, costumes e paisagens locais. Em 1829, organiza a Exposição da Classe de Pintura Histórica da Imperial Academia das Belas Artes, primeira mostra pública de arte no Brasil. Deixa o país em 1831 e retorna a Paris. Entre 1834 e 1839, edita, o livro Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, em três volumes, com 150 ilustrações, em litogravuras que têm como base as aquarelas realizadas com seus estudos e observações que descreve a sociedade brasileira .

Seus temas preferidos são: A nobreza e as cenas do cotidiano brasileiro.

Sua obra dá uma excelente idéia da sociedade brasileira do século XIX, como se vê na figura abaixo e nas paisagens.

O Sapateiro – Debret

Debret

Debret

Guaratuba – Debret

Real Teatro São João – Debret

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Acadêmicos

Diz-se,  arte acadêmica , a arte do período em que a pintura e a escultura eram produzidas sob a influência das academias européias do Século XIX, nas quais muitos dos artistas recebiam treinamento de desenho.

A arte acadêmica tinha como características básicas o rigor do estilo, o uso de temas históricos ou mitológicos.

E o “treinamento” dos desenhos a partir das esculturas Greco-romanas.

As primeiras academias de arte, surgiram na Itália, na cidade de Florença, no século XVI e visavam manter a tradição do Período Renascentista.

No Brasil, por muito tempo  a produção artística foi predominantemente acadêmica.

Além da produção de obras com paisagens dessa época, alguns academicistas brasileiros tinham estreita relação com Dom Pedro II.

Fotografia de Dom Pedro II e a Imperatriz Teresa Cristina – 1889

Assim sua pinturas traziam imagens de temeatica histórica que buscavam enaltecer o império.

Victor  Meirelles

Victor Meirelles de Lima (Nossa Senhora do Desterro, atual Florianópolis SC 1832 – Rio de Janeiro RJ 1903). Pintor, desenhista, professor. Inicia seus estudos artísticos por volta de 1838, com o engenheiro argentino Marciano Moreno. No ano de 1847, muda-se para o Rio de Janeiro e se matricula na Academia Imperial de Belas Artes onde, em 1849, inicia o curso de pintura histórica. Em 1852 ganha o prêmio de viagem ao exterior e no ano seguinte segue para a Itália. Com a prorrogação da pensão que lhe fora concedida continua sua formação estudando em Paris onde, em 1857. Retorna ao Brasil em 1861 e, um ano depois, é nomeado professor de pintura histórica da Academia Imperial de Belas Artes. Entre os anos de 1869 e 1872 executa duas grandes telas, Passagem do Humaitá e Batalha de Riachuelo. A partir de 1886 passa a se dedicar à execução de panoramas. Entre eles destacam-se: o Panorama Circular da Cidade do Rio de Janeiro, feito na Bélgica, juntamente com Henri Langerock (1830 – 1915) e Entrada da Esquadra Legal no Porto do Rio de Janeiro em 1894, produzida nesse mesmo ano.

Primeira Missa – Victor Meirelles

Batalha Riachuelo – Victor Meirelles

Batalha de Guararapes (1879) – Victor Meirelles

Pedro Américo

Pedro Américo de Figueiredo e Mello (Areia PB 1843 – Florença, Itália 1905). Pintor, desenhista, professor, caricaturista, escritor. Antes de completar dez anos acompanha, como desenhista auxiliar, a expedição científica do naturalista francês Jean Brunet ao Nordeste do Brasil, em 1852. Por volta de 1855, muda-se para o Rio de Janeiro, onde estuda no Colégio Pedro II e no ano seguinte matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes. Entre 1859 e 1864, com bolsa concedida pelo imperador dom Pedro II, estuda na École National Superiéure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] de Paris, e na Sorbonne. Após viagem pela Itália, retorna ao Rio de Janeiro em 1864 e assume a cadeira de desenho na Academia Imperial de Belas Artes. No ano seguinte, fixa-se em Bruxelas, Bélgica, e titula-se doutor em ciências naturais pela Universidade de Bruxelas em 1868. Alterna estadas no Rio de Janeiro e em Florença, mas continua como professor de estética, história da arte e arqueologia na Academia Imperial de Belas Artes Entre 1870 e 1871, é responsável pela revista de caricatura A Comédia Social. Entre 1886 e 1888, pinta a tela Independência ou Morte, para o Salão de Honra do Museu do Ipiranga, atualmente Museu Paulista da Universidade de São Paulo – MP/USP. Com a Proclamação da República, é eleito deputado da Assembléia Nacional Constituinte, em 1890. Em 1900 retorna a Florença.

O Grito do Ipiranga (1888) – Pedro Américo

Tiradentes – Pedro Américo

Pedro II fala ao  trono – Pedro Américo

Biografias retiradas da Enciclopédia Itaú Cultural (Artes Visuais)

Questionamento

Descreva sobre a veracidade das informações representadas nessas imagens.

Será que os quadros (acima), pintados nesta época (período acadêmico), contam as histórias reais deste período?

Ou será que os artistas pintavam histórias que eles idealizavam, criavam ou mesmo inventavam?

Pense bem e responda.

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