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Archive for maio \16\UTC 2012

Megaexposição no CCBB vai reunir 87 obras impressionistas

Telas de Monet, Gauguin, Renoir, Cézanne, Degas e Van Gogh pertencentes ao acervo do Museu d’Orsay estarão na mostra, a partir de agosto, em São Paulo

 

Pesquisa feita no texto de

Antonio Gonçalves Filho – O Estado de S.Paulo

 

 

“O Tocador de Pífaro” (“Le Fifre”, 1867), Manet.

É com muita alegria e confesso também, bastante ansiosa, que escrevo este artigo. A exposição, que acontecerá em agosto em São Paulo, é certamente o projeto mais importante da instituição CCBB. E uma das mais esperadas pelos brasileiros.

 

Veremos a partir do 2º semestre as preciosidades do Musée d’Orsay. A exposição Paris: Impressionismo e Modernidade. Entre as obras da exposição, estarão: “O Tocador de Pífaro” (1867), de Manet;La Gare Saint-Lazare” (1877), que Claude Monet; “La Salle de Danse à Arles”, 1888, de Van Gogh; “Les Meules Jaunes”, de 1889, e “Paysannes Bretonnes”, de 1894 de Gauguin entre outros.

 

Por questões de segurança, a visita começará pelo quarto andar e o público que entra não irá se encontrar com o público que sai da exposição.

 

A exposição Paris: Impressionismo e Modernidade trará, de fato, obras históricas de valor inestimável, como La Gare Saint-Lazare (1877), que Claude Monet pintou cinco anos depois de ter assinado aquele que é considerado o primeiro quadro impressionista da história da arte, Impressão: Nascer do Sol (Impression: Soleil Levant). Ele foi feito no mesmo ano de outra conhecida tela sua que vai estar na mostra, La Gare d’Argenteuil (1872).

 

La Salle de Danse à Arles, 1888, Van Gogh.

A exposição será organizada em seis módulos, a exposição tem como foco a cidade de Paris, mas, como no caso de Monet, que trocou a capital francesa pela bucólica Argenteuil, a mostra dedica um segmento aos artistas que partiram para o campo – como Gauguin – em busca de uma alternativa para a agitada vida moderna. Aliás, são dele duas das melhores telas da mostra, que têm como personagens camponeses da Bretanha (Les Meules Jaunes, de 1889, e Paysannes Bretonnes, de 1894). Seu grande amigo, Van Gogh, está presente com a tela La Salle de Danse à Arles, pintada em 1888, o fatídico ano em que Gauguin decide se juntar a ele em Arles, onde o holandês cortou o lóbulo da orelha direita e foi internado com sintomas da paranoia.

 

Quem ficou na cidade, como Renoir, Degas e Toulouse-Lautrec, acabou pintando os personagens da vida parisiense, que integram o segundo módulo expositivo. Toulouse-Lautrec, intérprete da vida mundana, surge como contraponto boêmio das famílias burguesas retratadas por Renoir, entre elas a do próprio pintor (há um retrato de sua mulher com o bebê Jean, que viria a ser o diretor do clássico filme As Regras do Jogo). No terceiro módulo, Paris é uma Festa, destacam-se os personagens dos cafés, da ópera e dos cabarés parisienses, pintados por Manet, Boldini, Degas e Tissot.

No quarto módulo, a guerra de 1870 – que dispersou os artistas, mobilizados pelo conflito – traz a pintura de Monet e Pissarro, entre outros, que partiram para Londres e foram influenciados pelas paisagens aquáticas de Whistler. Já o sexto e último módulo da exposição reúne os integrantes do movimento Les Nabis, a vanguarda pós-impressionista formada por Bonnard, Sérusier e Vuillard, empenhados em integrar vida e arte numa unidade indivisível. Dos três artistas presentes na exposição, o último se destaca com pequenos mas delicados óleos.

 

A grande estrela da mostra, no entanto, é um garoto músico. “O Tocador de Pífaro” (“Le Fifre”, 1867) talvez seja o quadro mais belo pintado por Manet, quatro anos após o escândalo de Almoço na Relva e dois depois de Olympia. É o retrato da inocência, um dos grandes momentos da história da pintura universal.

 QUE VENHAM OS IMPRESSIONISTAS!!!!!!!!

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Feliz Dia das Mães!!!!!!!

Mãe, é uma coisa complicada. 

Às vezes meio ranzinza, às vezes muito incompreensível.

Tudo isso, só porque elas nos amam muito.

E só por isso, EU DESEJO A TODAS AS MAMÃES , que eu amo muito.

 

 

AMOR, AMIZADE, CARINHO, FORÇA, LUZ, PAZ, SAUDE,

 

PORQUE VOCÊS SÃO MARAVILHOSAS!!!!!!!!

 

Espero que as minhas flores cheguem até vocês.

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Arte Naif

A palavra francesa Naif é empregada para o gênero de pintura chamado aqui no Brasil também de ingênuo, delicado, detalhado, colorido e às vezes primitivo.

 

Quando o termo Naif surgiu, ele era só um apelido. Assim como em outras épocas, os pintores foram chamados de impressionistas, cubistas, futuristas, etc, etc, etc. …

Os Naifs, em geral, são autodidatas. Isto é, não estudaram para pintar.  E sua pintura não é ligada a nenhuma escola ou tendência artística, eles não frequentaram uma Faculdade de Artes. Alguns podem até ter frequentado uma faculdade, mas não, de artes. Essa é a beleza maior desses artistas, eles podem pintar sem regras, sem imposições de um período ou movimento. Podem ousar tudo. São simplesmente PINTORES.

Podemos encontrar pintores Naifs entre sapateiros, carteiros, donas de casa, médicos, jornalistas e diplomatas. A arte Naif que se convencionou chamar de arte popular é muito mais do que isso.

A Pintura Naif no Brasil,  é ARTE!

O Brasil junto com a França, a ex-Iugoslávia, o Haiti e a Itália, é um dos “cinco grandes ” da arte Naif no mundo. Um grande número de obras de pintores Naifs brasileiros faz parte do acervo dos principais museus de Arte existentes no mundo.

Os quadros de Naifs brasileiros são reproduzidos nos mais importantes livros estrangeiros sobre arte Naif. Os Naifs são pessoas extremamente sensíveis. Para conhecer um pouco mais sobre esta a rte escolhi alguns quadros.

Espero que gostem.

EU AMO ESTE QUADRO!!!!!!!!!

                                                                                                                                                                                          Bordando, Pilar Sala.


Brincadeira, Araçy.

 

Fazenda de Algodão, Valquíria Barros.

 

O Sonho, Emma Bianchini.

 

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Jackson Pollock

Polêmico, irrequieto, perturbador, diferente…

 

“Jackson Pollock (28 de Janeiro de 1912 – 11 de Agosto de 1956) foi um importante pintor dos Estados Unidos da América e referência no movimento do expressionismo abstrato. A arte de Pollock combina a simplicidade com a pintura pura e suas obras de maiores dimensões possuem características monumentais. Com Pollock, há o auge da pintura de ação (action painting).”  Wikipédia

                                                                                                                                                                            1939

Pollock começou sua carreira com trabalhos figurativos,  e prestava especial atenção a materiais e valores cromáticos. Em 1938 tornou-se interessado na pintura abstrata e irracional, e para obras deste período buscou inspiração no mundo dos índios americanos.

 

                                                                                                                                                     Número um, 1948.

                                                                                                                                                              1948

Em 1947 dá início a “Action Painting” é o nome pelo qual ou a maneira de pintar pela  qual Pollock, ficou conhecido. Simples assim, “ação de pintar”.

Muitos diziam que ele não pintava, que apenas caminhava sobre o papel ou tela, jogando a tinta.

Mas, esta foi justamente a sua nova “Ação de Pintar”. Nunca ninguém tinha feito isso, esta foi a sua maneira diferenciada de pintar.

Sua pintura era feita com gestos dramáticos na colocação da tinta, no papel estendido no chão ou em uma tela, com um pauzinho ou com um pincel grande. Porém, este pauzinho não era utilizado para pincelar, mas sim, para colocar a tinta da maneira adequada.

O abandono do tradicional cavalete e a sua nova maneira de pintar foram atitudes fortes e marcantes, para uma “sociedade tradicionalista”.

 

                                                                                                                                       Foto de Jackson Pollock, durante a ação de pintar.

As primeiras aparições para a fama aconteceram em fotos dele trabalhando.

Pollock viveu muitas emoções para conseguir provar que a sua pintura era importante. E todas estas emoções o levaram a depressão, ao êxtase e terminaram por transformá-lo num alcoólatra.
Aos 44 anos, quando estava dirigindo embriagado, morreu em um acidente de carro. Ele chocou-se com uma árvore. Há quem diga que, propositalmente. Porém, o que realmente houve com Pollock nunca saberemos.

                                                                                                                                      Cena do filme POLLOCK, 2000 de Ed Harris 

CURIOSIDADE

Projeto pessoal de Ed Harris, o filme “Pollock” foi protagonizado, dirigido e produzido pelo ator, que já vinha de uma carreira consagrada, com atuação em inúmeros filmes e quatro indicações ao Oscar. Harris se interessou em interpretar a vida de Jackson Pollock devido à grande semelhança física entre ele e o pintor.

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As ideias do Surrealismo no Brasil começam a ser desenvolvidas  e absorvidas entre as década de 1920 e 1930, pelos participantes do Movimento  Modernista do Brasil.

O Surrealismo deixou marcas na formação estética de muitos artistas brasileiros, mas poucas pessoas os citam como artistas surreal ou como artistas que também trabalharam o surrealismo.

Podemos observar características surreais nas pinturas de Ismael Nery e da artista Tarsila do Amaral. O artista pernambucano Cícero Dias, apresenta também muitas características do surrealismo.

E as  esculturas de Maria Martins também caminham na mesma direção.

Mas, no Brasil o Surrealismo acrescenta o imaginário popular brasileiro.

 

Tarsila do Amaral

(1886 – 1973)

 

Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de fazendeiro, passou a infância nas fazendas de seu pai. Estudou em São Paulo, no Colégio Sion e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, 1904.

Em 1920 embarcou para a Europa e ingressou na Académie Julian em Paris.

Não teve participação na “Semana de 22”. Mas, integrou-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.
Em 1928 pintou o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald de Andrade seu marido. Oswald que se empolgou com a tela e criou o Movimento Antropofágico.

A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro.
Nos anos 50 volta ao tema “Pau Brasil”.

Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

                                                                                                                                                        Abapuru, 1928 – Tarsila do Amaral

                                                                                                                                                                        A Cuca, 1924 – Tarsila do Amaral

Ismael Nery

(1900 – 1934)

 

Nascido no ano de 1900 na cidade de Belém do Pará, Ismael teve grandes experiências artísticas em toda sua carreira como pintor. Faz muito sucesso ainda hoje entre os amantes e admiradores. Em toda sua vida artística, a fase em que mais se destacou foi no Surrealismo. Porém, não se prolongou muito neste período.

Ismael Nery sempre se auto-nomeou filósofo, devido ao seu modo de pensar e pintar suas obras, pois para ele era muito mais do que apenas pintar, era expressar a realidade.

Aos 34 anos de idade veio a falecer de Tuberculose.

                                                                                                                                                                  Ismael Nery

                                                                                                                                                                                             Ismael Nery

Cícero Dias

(1908-2003)

 

Nasceu no engenho de Jundiá, Pernambuco. Aos treze anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes durante dois anos, mas não seu adaptou ao ensino acadêmico e abandonou os estudos. Sua primeira exposição individual foi em 1937, fixou residência em Paris, tornou-se amigo de Picasso. Foi um dos primeiros abstratos brasileiros mas, voltou ao figurativismo abordando a sexualidade e às imagens do inconsciente. Foi agraciado com a Ordem Nacional do Mérito da França. Sua obra mais importante é um painel de 15 metros chamado Eu Vi o Mundo…. ele começava no Recife.

Morreu e foi sepultado em São Paulo.

                                                                                                                 Eu vi o mundo…ele começava no Recife, 1931, Cícero Dias

                                                                                                                                                                      Sonho Onírico, Cícero Dias

Maria Martins

(1900-1973)


Maria Martins nasceu em 1900 em Campanha, uma pequena cidade mineira próxima a Varginha e morreu no Rio de Janeiro em 1973. Estudou pintura em Paris mas logo interessou-se pela escultura.

Artista, embaixatriz, femme du monde, poeta, jornalista e escritora, Maria e sua arte ocupam um espaço importante na arte moderna do Brasil e internacional.  Maria Martins começou seu trabalho como escultora aos trinta anos, assim como Tarsila do Amaral, na pintura.
As duas receberam uma educação esmerada para moças de elite, em colégios de freiras. Após um casamento fracassado, Maria vai a Paris acompanhando seu pai em tratamento de saúde. Frequentou os círculos intelectuais parisienses e em 1926 casa-se com o diplomata brasileiro Carlos Martins Pereira e Souza. 

Sua iniciação na escultura foi lenta e esparsa, em diferentes capitais: Quito, Copenhague, Tóquio e Bruxelas, onde passou a viver com seu marido.

A escultora é mais conhecida na Europa e nos Estados Unidos do que em sua terra natal. Sua carreira encontrou maior brilhantismo no exterior.

Somente a partir de 1939 passou a utilizar o bronze. Que desta data em diante, passou a ser o principal suporte à sua obra.

                                                                                                                                                                    Ritos e Ritmos, Palácio da Alvorada, Maria Martins.

                                                                                                                                                           O Impossível, Maria Martins.

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Ilustração é uma imagem que é utilizada para acompanhar, explicar, interpretar ou até mesmo decorar um texto. É também, um dos elementos mais importantes do design gráfico.

 

As ilustrações são comuns em  jornais, cartazes, revistas e livros, especialmente nas leituras infantis e infanto- juvenis. No caso das ilustrações infantis, às vezes  elas assumem o papel do “texto”, contando por si, toda a história.

 

Estes trabalhos,  podem ser feitos com desenhos, pinturas, colagens, fotografias e até por imagens criadas em computadores.

 

A  ilustração tem sua origem nas Iluminuras, que eram utilizada na Idade Média. Mas, hoje,  sua história está intimamente ligada à imprensa e à gravura.

 

A ilustração da capa de um livro, é o convite para a leitura. Assim como a boa ilustração interna, incentiva à leitura.

 

Geralmente as ilustrações de um livro infantil  vêm com diversos desenhos que narram uma  história, porém, na maioria das vezes os artista que criaram as mesmas, passam despercebido até mesmo pelos adultos que fizeram a leitura daquelas histórias infantis.

 

Por isso, escolhi os meus ilustradores preferidos. Espero que vocês também gostem e que eles chamem a sua atenção.

 

André Neves

André Neves  é um pernambucano, que mora no Rio Grande do Sul. Ele diz em seu blog, que confabula com as imagens. Diz ainda, que algumas imagens,  ficam na sua imaginação e outras, saem para os livros. Comenta também, que ele é pura imagem e que risca e rabisca o tempo todo.

 

                                                                      Imagem  para o livro “Carmela Caramelo”, de Cris Rogerio, Ed. Cortez, 2012.

 

 

                                                                                                                              Imagem realizada para a Revista Crescer

 

 Kathy Hare

Kathy Hare é uma ilustradora freelance, que sempre teve paixão pelo desenho. Depois que criou seus filhos, decidiu que queria fazer uma carreira. Após cinco anos de estudo, formou-se na Escola de Cambridge de Arte, como Ilustradora. Ela gosta de  trabalhar com giz pastel e lápis de cor, mas, também desfruta dos experimentos e das brincadeiras com todos os tipos de mídia.

 

                                                                                                                                                     Twirl – Ilustração de fadas, Kathy Hare.

 

 

                                                                                                                                               Lazy, hazy summer days, Kathy Hare.

 

 Marie – Eve Tremblay

Marie-Eve é uma  artista canadense. Ela é apaixonada por viagens, e nelas, encontra inspiração para seus trabalhos, seja na natureza ou em situações da vida cotidiana. Sua visão do mundo é cheia de afeto e humor. E suas imagens refletem isso, pelos  tons quentes que usa e pela delicadeza que transmite.

                                                                                                                                                                  Marie – Eve Tremblay

                                                                                                                                                                   Les Voleurs de Couleurs, Marie – Eve Tremblay.

 

 

Jangjun

Este coreano combina traços leves com um colorido bem característico o que torna a sua ilustração impossível de esquecer, pois ela é cheia de fantasia e realismo.

                                                                                                                                                                   Jangjun

 

Nelson Cruz

Nelson Cruz nasceu em Belo Horizonte e vive atualmente em Santa Luzia. É jornalista, Ilustrador. Porém, é desenhista autodidata. Estudou pintura nos anos 70 no ateliê da pintora Esthergilda Menicucci, em Belo Horizonte. Fez mais de 40 exposições entre mostras individuais, coletivas e participações em salões de arte. Trabalhou na imprensa como ilustrador e caricaturista. No final dos anos 80 começou a se dedicar a ilustração para crianças e jovens. É autor de vários livros tendo recebido prêmios por suas ilustrações e histórias. 

Autor de 13 livros e ilustrador de mais de oitenta.

                                                                                                                                                                                      Capa do livro Dirceu e Marília, Nelson Cruz.

 

                                                                                                                                                         Livro Dirceu e Marília, Nelson Cruz.

 

                                                                                                                                                                                  Noite,  Anton Pieck.

 

                                                                                                                                                              Calendário de Contos de Fadas, Flautista de Hamelin, Pedro Bascon.

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                                                                                                                                                                        O Grito, Evard Munch, 1895.

A única das quatro versões de “O Grito”, de Edvard Munch, que permanecia na mão de colecionadores particulares, foi vendida nesta quarta-feira em Nova York por US$ 119,9 milhões, número recorde que supera os US$ 106, 5 milhões da obra “Nu, folhas verdes e busto” de Pablo Picasso. Este foi o valor o máximo, histórico alcançado até agora ,por um quadro em um leilão.

A tela O Grito”, foi pintado em 1895, pelo artista norueguês Edvard Munch (1863-1944), e foi vendido nesta quarta feira (02/05/2012) pela casa Sotheby’s, em Nova York, por US$ 119,9 milhões.

 

A tela que representava a grande expectativa da noite , foi arrematada por comprador anônimo. A tela pertencia ao colecionador, norueguês Petter Olsen, cujo pai foi amigo e mecenas do artista.

 

Em sua carreira, Munch realizou quatro versões de O Grito” – pintadas entre 1893 e 1910. Esta tela expressionista,  é o símbolo da ansiedade humana e retrata um homem gritando sobre uma ponte em meio a uma atmosfera de cores tortuosas e fortes (com predominância do laranja, que forma as faixas do céu).

 

Simon Shaw, diretor da casa de leilões, afirmou que o quadro “define a modernidade e é instantaneamente reconhecível porque corresponde a uma das poucas imagens que transcendem a história da arte e que têm alcance global comparado ao da Mona Lisa, de Da Vinci”. A estimativa para a tela O Grito” era, inicialmente, de US$ 80 milhões.

 

 

 

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