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Archive for the ‘1º ano do EM’ Category

Moça no Trigal - Eliseu de Visconti - Pinacoteca

Moça no Trigal – Eliseu de Visconti 

 

No Brasil, o pintor Eliseu Visconti, destaca-se como
artista Impressionista, ele já não se preocupava
mais em imitar modelos clássicos; procurava sim,
decididamente, registrar os efeitos da luz solar nos
objetos e nos seres humanos que retratava em suas
telas.

Na tela “Moça no Trigal” o artista Eliseu de Visconti
apresenta uma delicadeza de tons e meias-tintas,
“dourados, amarelos, com ligeiras curvas descendentes
para os graves roxos e sem remontar aos verdes”.

Eliseu de Visconti revelou-se um grande pintor
impressionista e passou a utilizar cores mais
claras e luminosas.

O artista é considerado pela crítica um renovador
da pintura de paisagem no Brasil.

A tela mostra uma plantação de trigo e
uma moça triste, pensativa segurando um maço
de flores e escolhendo outras flores, de cabeça
baixa, relaxando com o vento que bate no
seu rosto.

A tela não tem muito movimento. E eu como
observadora sinto-me em um lugar tranquilo,
em paz, “zen”.

A moça retratada está usando um vestido longo,
branco, típico do início do século XX, quando
as mulheres não podiam mostrar nem mesmo
o calcanhar. Seus cabelos estão presos com um
 “rabo de cavalo” e tudo nos leva a ter a sensação
de que no início do século XX a vida no campo
era muito triste e solitária. Muito diferente
da nossa vida na cidade hoje.

Consigo ouvir o som do vento batendo no trigo,
do vestido arrastando no chão com o andar da moça,
dos pássaros cantando, dos animais típicos do campo e
das folhas se mexendo. E  além de tudo isso ainda
posso sentir o calor do Sol e o cheiro das flores.

Eliseu de Visconti conseguiu enfim nesta tela
transmitir-me uma sensação muito agradável.

Profª Tânia Regina M Costa

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Esta semana fui com os meus alunos e com a professora Maria do Carmo ao Centro de São Paulo. Visitamos também a Pinacoteca e o Museu da Língua Portuguesa. Esta semana que tal ver Antônio de Nóbrega (Itau) e o Portinari (Masp). Ambos estão na Av Paulista. “Bora” ver Portinari, o Nóbrega e muitos outros!!!!!

São Paulo é um a cidade  eclética. Temos uma arquitetura, ou melhor, a arte em geral do período,  que durou mais de  100 anos. Estes 100 anos são regidos pela Arte Neoclássica. Trazida com a Missão Artística Francesa em 1816.

O período Neoclássico já estava em decadência na Europa quando foi trazido ao Brasil. E a arte que vigorou aqui durante este período era a arte Européia. Neste período não temos nada de arte ligada ao Brasil. Com exceção aos que aqui já moravam, os índios, que pouco podiam mostrar de sua cultura. E os negros que vieram trabalhar, sem direito a expor sua cultura.

As coisa só mudaram com a Semana de Arte Moderna em 1922.

Porém, nosso centro, como muitos outros do mundo todo, carregam nossa história, estampado em suas paredes arquitetônicas. Falaremos um pouco a respeito neste artigo.

Primeira parada, CATEDRAL DA SÉ. Linda! Igreja em estilo Neogótica.

Em 1913 iniciou-se a construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de 1954, na comemoração do 4º Centenário da Cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais.

A primeira versão da igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras).

A Catedral da sé é tão linda quanto as igrejas da Europa. Mas, muitos paulistas não a conhecem por dentro.

Catedral da Sé

Catedral da Sé

Próxima parada! Casa da Marquesa de Santos.

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Hoje ela é um museu. Estava fechada. Mas, pudemos ver por fora seu estilo Barroco.

Em seguida visitamos o Páteo do Colégio.

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É muito interessante poder ver a parede de taipa de pilão, da primeira construção do Colégio.

Que hoje encontra-se envidraçada para melhor conservação.

Passamos também na Bovespa, onde os alunos puderam aprender um pouco sobre aplicação.

Em seguida subimos os 26 andares do Edifício Martinelli. Como é difícil ver o nosso patrimônio, sem a manutenção precisa.

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Que lindos! Todos atentos nas explicações do Cabral sobre a história do edifício.

E agora?! Hora do Amoço! OBA!!!!!!!

Vamos ao Mercado Municipal.

Muita fruta, temperos, peixes, etc. Mas o melhor de tudo é o bolinho de bacalhau e o sanduíche de mortadela! ADORO!!!!!

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O prédio em estilo Neoclássico, foi instalado em um dos edifícios mais emblemáticos da cidade. E se tornou um importante ponto turístico tanto para quem vem de fora, quanto para quem mora em São Paulo.

Foi construído entre 1928 e 1933 pelo escritório do renomado arquiteto  Ramos de Azevedo, sendo o desenho das fachadas de Felisberto Ranzini. No interior, magníficos vitrais de Conrado Sorgenicht Filho mostram vários aspectos da produção de alimentos. Os 55 vitrais em estilo gótico, retratam cenas de produção agrícola e pecuária do interior paulista.

Após o almoço, visitamos o Museu da Língua Portuguesa.  Tudo nele é muito interessante!

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A escolha da Estação da Luz para abrigar o Museu da Língua Portuguesa se deu pelo edifício, ser um patrimônio histórico do Século XIX; e o fato de estar localizada em São Paulo, a cidade que tem a maior população de falantes do português no mundo.

Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas visitaram o espaço. Ele é o museu mais visitado do Brasil e da América do Sul.

Mas a Estação da Luz também é um local importante para São Paulo. Aberta ao público em 1º de março de 1901, a Estação da Luz ocupa 7,5 mil m² do Jardim da Luz, onde se encontram as estruturas trazidas da Inglaterra que copiam o Big Ben e a abadia de Westminter. Não houve inauguração, já que o tráfego foi sendo deslocado aos poucos, mas não demorou muito para que o novo marco da cidade fosse considerado uma sala de visitas de São Paulo. 

Após um incêndio criminoso ela foi projetada novamente pelo arquiteto inglês Charles Henry Driver em estilo neoclássico. 

A estação reflete o momento histórico em que foi construída, evidenciando o poder do café na trajetória de expansão da cidade. 

Agora, entraremos na minha paixão! Pinacoteca do Estado de São Paulo

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O prédio ocupado pela Pinacoteca do Estado foi projetado por Ramos de Azevedo em 1897, para abrigar o Liceu de Artes e Ofícios.

Suas paredes são de tijolos  não revestidos e amplas janelas incorporam o referencial urbano do prédio.

O museu tem um perfil muito definido da arte brasileira do século XIX até a contemporânea. Seu acervo tem cerca de 4 mil peças, e é significativo, especialmente para São Paulo, uma vez que reúne trabalhos de artistas paulistas, como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino e Oscar Pereira da Silva, além de obras representativas de Cândido Portinari, Anita Malfatti, Victor Brecheret, Tarsila do Amaral e Di Cavalcanti. 

Adorei o passeio meninos!!!!

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a todos!

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Stop Motion

Stop motion (vem do inglês e significa movimento parado).

Stop motion é uma técnica de animação feita fotograma a fotograma (ou quadro a quadro) com recurso de uma máquina de filmar, máquina fotográfica ou por computador.

Entre um fotograma e outro, o animador muda um pouco a posição dos objetos. Para uma boa realização do seu trabalho, utilize modelos reais. Estes modelos podem ser feitos com diversos materiais.

O material mais comum, utilizado inclusive em filmes ou desenhos animados é a massa de modelar ou especificamente a massinha que você brincava na Pré Escola.

Mas, vocês poderão usar outros materiais diversos, como:  dobraduras, desenhos, bonecos ou até mesmo a figura humana.

No cinema o material utilizado tem que ser mais resistente e maleável, visto que os modelos têm que durar meses, pois para cada segundo de filme são necessárias aproximadamente 24 quadros (frames).

Mas o seu trabalho deve ser feito com a sua ideia. Portanto, pense e realize um ótimo trabalho.

 

(Texto retirado do site da Escola de Belas Artes de UFMG)

Frankenweenie

A animação mais esperada do ano, Frankenweenie .

Animação de stop-motion em preto e branco de Tim Burton sobre um menino que usa o poder da ciência para trazer seu cãozinho de volta à vida. O filme é baseado em um dos primeiros curtas de Burton, que foi recusado pela Disney em 1984 por ser considerado muito perturbador. “Frankenweenie” promete trazer a mesma temática infantil e sombria que popularizou o diretor.

E para aqueles que ainda não optaram por nenhum  material, para fazer o seu filme de Stop Motion, veja o vídeo abaixo.

Muita gente faz vídeos em  homenageando a Apple, mas este em particular, ficou muito interessante! E o tempo que o artista utilizou, para fazê-lo também foi muito curto.

Nesta animação   Filipe Marcelo utilizou  no total 48 horas de trabalho,  921 fotos e muitas pontas de lápis de cor.

Com a ajuda de uma câmera fotográfica, Filipe passou dias fazendo as fotos.

O resultado ficou muito bom! Parabéns.

Meninos quero postar os filmes de vocês no meu blog também. Mãos a obra.

Agora vamos ao trabalho

primeiro tire um conjunto de fotos que representem uma sequencia;

Abra o programa:

Iniciar/Programas/ Windows Movie Maker
Ou
Iniciar/Programas/Acessórios/Windows Movie Maker

Após ter selecionado o vídeo e as imagens que deseja trabalhar, no Movie Maker, clique em Arquivo/Importar Para Coleções.

Selecione os arquivos e clique em Importar Imagens

Escolha as fotos – (Importe segundo o crontrol –  marque todas ou arraste uma por uma)

Agora que seus arquivos já foram importados para o Movie Maker, vamos trabalhar.
Obs: Se durante a edição do vídeo você lembrar de algo mais que queira importar, é só repetir o processo.

7º Selecione o arquivo (vídeo ou imagem) que deseja e arraste para a Linha do Tempo.

Veja o vídeo:

Cada objeto arrastado para a linha de tempo é denominado Clipe.

10º Recortando um vídeo
Com o Movie Maker podemos fazer recortes nos vídeos, tanto para descartar um trecho que não lhe interessa, ou para trabalhar apenas com um trecho do vídeo

11º Aperte Play e quando chegar no início do trecho que você deseja recortar, pressione Pause.

12º Agora clique em Clipe e depois Dividir.

13º Feita a divisão, repita o processo, na outra extremidade do trecho onde você que fazer o recorte:

14º Após ter feito o segundo recorte, selecione a área a ser descartada e pressione Delete.

Áudio e Musica

Está abaixo de onde você importou as fotos importe a musica.

Depois de importar o áudio ou a musica, clique e  escolha a  musica de sua preferência.

Editar o filme

Para criar um titulo inicial, vá até criar

Titulo ou crédito            Fonte e Cor

Concluir Filme

Finalizando o Arquivo
Para finalizar o arquivo (para poder enviar para por e-mail, colocar no Youtube, etc) clique em: Arquivo/Salvar Arquivo de Filme:

Publicar neste computador

Selecione o nome do Arquivo e o Local onde quer salvá-lo

Selecione a Configuração do Filme. (Clique em Outras Configurações para ver as opções)

Espero o vídeo de vocês para postar aqui.

1º trabalho postado. Eu adorei!

 

2º trabalho postado. Ficou bom, Lucas e Gabriel!

 

Alunos Boa Sorte!

Profª Tânia Regina M Costa

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Irmãos Campanas

Numa altura em que as preocupações ambientais parecem transbordar para todas as áreas, estes dois designers conseguiram incutir uma dinâmica de criatividade alicerçada no mais genuíno espírito ecológico.

 

Os irmãos Campana – Fernando e Humberto – são famosos por fazerem arte do design. Reconhecidos internacionalmente, por serem uns dos poucos brasileiros com peças no acervo do MoMa – Museu de Arte Moderna, em NY, a partir de elementos do cotidiano ou simplesmente produtos sem nenhum valor, eles transformam em peças de caráter extremamente artísticos, com uma linguagem única e de uso possível. Do design aos materiais, todas as peças têm um ar transformador. Sarrafos, cordas, bichos de pelúcia e reciclados trazem novas interpretações para móveis e objetos. Com certeza são nosso orgulho nacional! Para quem quiser saber mais, acesse o site deles: http://www.campanas.com.br

 

Os irmãos Campana tem conseguido provar que uma certa preocupação ecológica não tem que existir divorciada de um sentimento de grande pluralidade, alegria e muita inovação.

Plástico, papelão, metais, fibras de algodão, borracha ou os detritos mais variados, são as matérias que compõem estes objetos.

É interessante ver como estas peças transcendem o aspecto meramente funcional de móveis do dia a dia, conferindo-lhes um aspecto lúdico e escultural.

 

Algumas destas obras-primas simplesmente não têm qualquer função, a não ser o de assumirem uma nova postura libertadora através do “Design made in Brasil by Irmãos Campana”.

 

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O maior evento de artes no Brasil chega a sua 30ª edição.

O curador  Luis Pérez Oramas diz que a Iminência é algo que vai acontecer e nós não sabemos o que.

Eu (Tânia Regina) digo que visitar uma exposição de arte como a Bienal de SP, não consiste em ensinar ou aprender, mas sim em vivenciar.

 

 

A 30ª Bienal – “A iminência das poéticas”, contará com o trabalho de 111 artistas e 3 mil obras, 75% delas inéditas. Nesta exposição está sendo feito um panorama da arte contemporânea a partir do ponto de vista do Brasil e da América Latina. O título da 30ª Bienal de são Paulo é considerado pela curadoria não como um eixo condutor da mostra, mas, como um pretexto para pensar e lançar perguntas.

A exposição tem como estudo as “Constelações” que são um conjunto de estrelas próximas umas das outras. Assim foi pensado o estudo desta Bienal de uma  maneira que as obras dos artistas se relacionem com semelhanças ou diferenças entrando em relação com proximidade ou a distância

 

O conceito de Constelações é a chave para entender a proposta da curadoria do venezuelano Luis Pérez Oramas, que também é curador responsável pelo departamnento de arte latino americana do Museum of Modern (MOMA) de Nova York. As Costelações são escolhas mais ou menos arbitrárias de vínculos entre artistas. São propostas 12 constelações já com o convite para criarmos nossos próprios agrupamentos, nos centrarmos em unidades auto continentes ou nas relações entre obras e artistas.

 

Alexandre da Cunha

1969, Rio de Janeiro, Brasil – Vive em Londres, Inglaterra

 

​O processo de intervenção, apropriação e recontextualização de objetos cotidianos – usados principalmente pelo indivíduo que executa trabalho manual – é essencial às instalações esculturais de Alexandre da Cunha. Seu engajamento com a ideia de trabalho associado ao objeto, em particular o ato de limpar, é fundamental na compreensão do significado de sua poética – materializada, em sua maioria, pelo arranjo estético de materiais produzidos em massa: desentupidores, cerâmicas, tecidos ou vassouras. Em suas montagens neominimalistas, o artista faz com que objetos ricos em conotações sociais e culturais sejam reinventados e ganhem significação para além de sua função doméstica original.

 

Arthur Bispo do Rosário

1909 (1911), Japaratuba, Brasil – 1989, Rio de Janeiro, Brasil

​Arthur Bispo do Rosário viveu por meio século recluso em um hospital psiquiátrico. Transitando entre a realidade e o delírio, acreditava estar encarregado de uma missão divina e utilizava materiais dispensados no hospital para produzir peças que mapeavam sua realidade. Valendo-se da palavra como elemento pulsante, manipulou signos e brincou com a construção e desconstrução de discursos para criar bordados, assemblages, estandartes e objetos que seriam, posteriormente, consagrados como obras referenciais da arte contemporânea brasileira.

Arthur Bispo do Rosário dizia: “Eu não sou artista, sou orientado por vozes para fazer desta maneira.”

August Sander

 1876, Herdorf, Alemanha – 1964, Colônia, Alemanha

​ Ao fotografar indivíduos de diversas esferas sociais – desde a vida camponesa oitocentista até a sociedade capitalista –, August Sander criou um catálogo tipológico do povo alemão com mais de seiscentas imagens, que constituem sua mais importante obra: People of the 20th Century (Pessoas do século XX). Transcendendo a noção de registro e revelando um país em mutação, o trabalho do artista evidenciou estruturas hierárquicas e criou um retrato enciclopédico e sistemático da sociedade de sua época.

Ele criou um panorama da sociedade alemã e foi censurado no nazismo.

 

David Moreno

1957, Los Angeles, Estados Unidos – Vive em Nova York, Estados Unidos

 

​A obra de David Moreno se constitui na articulação permanente de dois universos: a figuralidade do som e a sonoridade da imagem. Seu trabalho distingue-se pela recorrência de ressonâncias, estigmas, cortes, incisões, repetições e vibrações – tornando claro que o quiasma com que enlaça as figuras do som com os sons da figura é, na verdade, uma chave para a produção de imagem. Por meio de instalações sônicas, experimentação eletroacústica, desenho e fotografia, suas obras emolduram questões sobre a mortalidade do corpo, a condição animal do humano e os impulsos de vida e de morte manifestos sob a forma de sintoma.

 

Hans Eijkelboom

1949, Arnhem, Holanda – Vive em Amsterdã, Holanda

 

​Hans Eijkelboom retrata as ruas de diferentes cidades do mundo identificando padrões para criar suas séries de imagens. A disciplina e o rigor de suas observações lembram aspectos de estudos antropológicos. Ao criar sistemas e estabelecer critérios em meio ao caos das ruas, o artista confronta noções de identidade e a relação entre individualidade e coletividade. Em um processo contínuo, que já dura duas décadas, o artista constrói combinações e repetições exclusivamente associadas a suas experiências e ao olhar apurado, formando um extenso (auto)retrato da sociedade.

 

 

 

 

Nino Cais

1969, São Paulo, Brasil – Vive em São Paulo

 

​ Partindo do universo doméstico e do interesse pela banalidade das circunstâncias cotidianas, Nino Cais funde seu corpo a utensílios caseiros na elaboração de uma poética aberta a infinitas combinações. Na tentativa de extrair poesia de sua relação física com objetos de uso comum, o artista desloca de seus contextos plantas, roupas, xícaras, bacias, panelas, vasos e toalhas, reordenando-os em composições fotográficas e videográficas que mesclam estranheza, afeto e ironia. Desinvestindo o corpo humano de singularidade e justapondo-o a objetos que parecem relutar em adquirir  funcionalidade simbólica, Cais propõe um jogo estético em que o indivíduo torna-se capaz de assumir incontáveis identidades.

Robert Smithson

1938, Passaic, Estados Unidos – 1973, Amarillo, Estados Unidos

 

​ Por explorar diferentes gêneros e mídias, Robert Smithson é considerado um dos artistas mais intrigantes do século 20. Mais conhecido por seus provocativos earthworks e pela atuação em paisagens remotas, o artista teve sua trajetória marcada pela investigação da linguagem. Desmistificando a distinção entre teoria e prática e engendrando maneiras de abordar as experiências estéticas como dimensões do espaço e do tempo, as ideias de Smithson ultrapassaram o contexto de sua manifestação imediata e, há mais de quarenta anos, causam profundo impacto no pensamento artístico contemporâneo.

 

Tehching Hsieh

1950, Nan-Chou, Taiwan – Vive em Nova York, Estados Unidos

 

​ Na primeira de suas Performances de Um Ano, Tehching Hsieh permaneceu confinado em uma cela em seu estúdio. Em seguida, registrou, com um relógio-ponto e fotografias, todas as horas do dia. Na terceira, passou os 365 dias vivendo nas ruas de Nova York. Depois, ficou amarrado a uma mulher sem poder tocá-la. A última performance (1985-86), anunciava seu distanciamento do mundo da arte. A partir de então, propôs-se viver treze anos produzindo arte sem mostrá-la até completar 49 anos, quando concluiu seu plano e deixou de atuar como artista.


Thiago Rocha Pitta

1980, Tiradentes, Brasil – Vive em São Paulo, Brasil

 

​Centrado na relação entre arte e natureza, o trabalho de Thiago Rocha Pitta ganha forma em fotografias, desenhos, vídeos, pinturas, esculturas e instalações. Apostando no diálogo com o ambiente natural, o artista explora os padrões mutáveis do ar, do fogo ou da água por meio de intervenções que se expõem ao tempo e narram diferentes fenômenos e manifestações ambientais. Seu interesse em explorar os processos naturais dos elementos é propagado por um ponto de vista poético e se manifesta em seu trabalho como uma maneira de reforçar a natureza como coautora de seu projeto estético.

 

 

Bienal de São Paulo

De 07 de setembro a 09 de dezembro 2012

Pavilhão Ciccillo Matarazzo – Parque do Ibirapuera 

São Paulo

Pesquisa feita no site da Bienal.

http://www.bienal.org.br/30bienal

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Na segunda metade do séc. XIX, um grupo radicado em Paris causou escândalo ao violar muitas das regras academicistas que até então dominavam a produção artística local. Pintaram ao ar livre e à luz do dia, trocaram temas míticos e religiosos  por retratos de gente comum e da vida contidiana, apostaram numa paleta de cores mais leve e clara e não se contentaram em apenas pintar  o  ambiente ou  a realidade nas formas, preferiram deixar em sua telas pedaços “borrados” com “contornos incompletos”. Isso é o Impressionismo.

A mais importante coleção de artes Impressionista do mundo, está no Museu D’Orsay, de Paris e 85 telas foram retiradas das paredes do museu e estão aqui no Brasil.

Para garantir a segurança das obras. Foi necessário ter um orçamento de quase 11 milhões de reais. Por razão de segurança, as telas vieram divididas e 6 aviões.

Chegando ao Brasil as mesmas telas ficaram em repouso por 48 horas guardadas nas suas caixas de madeira em um ambiente com temperatura entre 18 e 21 graus, até poderem ser retiradas e penduradas nas paredes.

As obras são dos artistas mais renomados do movimento Impressionista e do movimento anterior também. entre eles estão Manet, Monet, Cézanne, Paul Gauguin, Van Gogh.

Centro Cultural Banco do Brasil

Até 07 de outubro

Aproveitem!!!!!!!!

 

Crítica da Profª Tânia Regina M Costa

EU FUI!!!!!!! AMEI! Mas, também me decepcionei.
São poucos os quadros dos nossos artistas, mais amados.
Ou, dos meus artistas mais amados. Van Gogh por exemplo, só tem “Um”. Mas, fica interessante quando vemos alguns quadros que são do início da carreira dos aristas mais famosos, que conheemos.

Amei ver Berthe Morisot , alguns quadros do Pissarro são Maravilhosos. Amei Toulouse, Renoir. E mesmo vendo tanta coisa maravilhosa, lembrei do nosso MASP, que também é lindo! E dos nossos Contemporâneos que são FANTÁSTICOS!!!!!!!!

Porém, não resisti aos quadros do Monet e deixei a Ponte Japonesa para que vocês possam admirá-la. Não deixem de ir a exposição. Eu sou crítica ao extremo.

MAS VALE A PENA!

MIL BEIJOS!!!!!!

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 Baudelaire – Nadar – 1855

A fotografia espalhou-se rapidamente pelo mundo no século XIX. E de repente, a fotografia, passa a ser a maneira mais fácil de retratar imagens e pessoas para futuramente, pintá-las.

Para quem quisesse por exemplo, pintar pessoas da Arábia, não era mas necessário ir ao país mas conseguir uma fotografia das pessoas do local.

Assim como a Internet hoje nos mostra o mundo, era a fotografia no sec. XIX, que tinha o poder de mostrar o mundo todo.

 

Nos anos de 1840, as fotografias alcançaram os seus resultados mais surpreendentes.

Nos anos de 1860, os fotógrafos profissionais montavam estúdios de retratos.

 

Câmera

As fotos eram impressas em pequenos cartões de papelão. E estes retratos acabaram virando mania.

Muitas pessoas compraram também, as suas câmeras. Fotografia virou hobby.

 

Negativos de vidro

A partir dos filmes flexíveis (os primeiros negativos eram feitos em placas de vidro) e do início das revelações em laboratórios, tudo ficou mais fácil. Porém a fotografia colorida, só surgiu a partir de 1903.

 

Película

Fotografia e Arte

 

Os artistas que inicialmente temia a fotografia, perceberam rapidamente que ela era uma aliada para a arte.

Alguns pintores, passaram a usar a fotografia em suas pinturas.

E a partir deste momento, os artistas perceberam também, que os modelos não precisavam permanecer mais por horas, no ateliê.

As fotografias viraram então, uma ajuda em prol da pintura.

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