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Archive for the ‘7ª ano’ Category

Frans Krajcberg

Frans  Krajcberg é um artista de origem polonesa, nasceu em Kozienice em 12 abril de 1921,  e está radicado no Brasil desde 1948.

Frans  Krajcberg é um artista diferente, sua luta não é só pela arte, sua luta é em defesa do meio ambiente. Luta em defesa da natureza e pelo combate às queimadas e desmatamento excessivo. Seu trabalho é literalmente transformar “Natureza Morta” em obra de arte. Seus protestos são feitos em esculturas, relevos e fotografias.

O artista naturalizou-se brasileiro e diz que sua missão é captar a beleza da natureza. E para conquistar esta beleza, ele fotografa.

Estudou Engenharia Hidráulica e Belas Artes em Leningrado, hoje São Petersburgo, na Russia. Quatro anos depois, após trabalhar à frente das construções de pontes de emergências para o exército polonês durante a 2ª Guerra Mundial, retorna ao seu país e não encontra mais a sua família.

Morou e estudou na Alemanha e em Paris. Seu amigo Marc Chagall  lhe comprou uma passagem de 3ª classe para o Brasil. Krajceberg conta que quando chegou ao Brasil não tinha dinheiro e não conhecia ninguém e muito menos falava português, diz também que  dormiu na praia do Flamengo e depois embarcou para São Paulo de trem.

Na década de 50, larga sua profissão de engenheiro e se isola “dos homens” nas matas paranaenses. Solitário e em contato com a natureza, pinta e desenha utilizando cola e pigmentos naturais. Suas tintas até hoje, são extraídas da terra, das raízes de folhas e minerais. Mas,  foi no Paraná que teve início o seu grito pela natureza, após observar muitas queimadas.

Este primeiro contato com as queimadas o fizera retornar aos corpos queimados na guerra. E a arte foi à maneira que encontrou para reagir.

Krajcberg tem hoje (2012), 91 anos e vive desde 1972 em uma casa no alto de uma árvore (há 12m do chão) em uma reserva natural – que ele chama de Sítio Natura em Nova Viçosa na Bahia.

Neste local que já foi uma reserva indígena ele montou seu ateliê, com todo espaço necessário para guardar seus troncos, raízes, cipós, pedras, pigmentos que exercitam sua imaginação, e os faz transformar natureza em arte.

 

“ Se eu grito na rua me colocam em um hospital de louco. A única coisa que posso fazer é exprimir a minha revolta com o minha arte.”

Frans  Krajcberg

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Customizar

O que é customização?

 

Customizar é personalizar, adaptar, reutilizar.

Pensando assim, customizar é personalizar da maneira que você goste ou necessite de algo.

 

Em breve iremos editar nossos trabalhos

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Na segunda metade do séc. XIX, um grupo radicado em Paris causou escândalo ao violar muitas das regras academicistas que até então dominavam a produção artística local. Pintaram ao ar livre e à luz do dia, trocaram temas míticos e religiosos  por retratos de gente comum e da vida contidiana, apostaram numa paleta de cores mais leve e clara e não se contentaram em apenas pintar  o  ambiente ou  a realidade nas formas, preferiram deixar em sua telas pedaços “borrados” com “contornos incompletos”. Isso é o Impressionismo.

A mais importante coleção de artes Impressionista do mundo, está no Museu D’Orsay, de Paris e 85 telas foram retiradas das paredes do museu e estão aqui no Brasil.

Para garantir a segurança das obras. Foi necessário ter um orçamento de quase 11 milhões de reais. Por razão de segurança, as telas vieram divididas e 6 aviões.

Chegando ao Brasil as mesmas telas ficaram em repouso por 48 horas guardadas nas suas caixas de madeira em um ambiente com temperatura entre 18 e 21 graus, até poderem ser retiradas e penduradas nas paredes.

As obras são dos artistas mais renomados do movimento Impressionista e do movimento anterior também. entre eles estão Manet, Monet, Cézanne, Paul Gauguin, Van Gogh.

Centro Cultural Banco do Brasil

Até 07 de outubro

Aproveitem!!!!!!!!

 

Crítica da Profª Tânia Regina M Costa

EU FUI!!!!!!! AMEI! Mas, também me decepcionei.
São poucos os quadros dos nossos artistas, mais amados.
Ou, dos meus artistas mais amados. Van Gogh por exemplo, só tem “Um”. Mas, fica interessante quando vemos alguns quadros que são do início da carreira dos aristas mais famosos, que conheemos.

Amei ver Berthe Morisot , alguns quadros do Pissarro são Maravilhosos. Amei Toulouse, Renoir. E mesmo vendo tanta coisa maravilhosa, lembrei do nosso MASP, que também é lindo! E dos nossos Contemporâneos que são FANTÁSTICOS!!!!!!!!

Porém, não resisti aos quadros do Monet e deixei a Ponte Japonesa para que vocês possam admirá-la. Não deixem de ir a exposição. Eu sou crítica ao extremo.

MAS VALE A PENA!

MIL BEIJOS!!!!!!

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 Baudelaire – Nadar – 1855

A fotografia espalhou-se rapidamente pelo mundo no século XIX. E de repente, a fotografia, passa a ser a maneira mais fácil de retratar imagens e pessoas para futuramente, pintá-las.

Para quem quisesse por exemplo, pintar pessoas da Arábia, não era mas necessário ir ao país mas conseguir uma fotografia das pessoas do local.

Assim como a Internet hoje nos mostra o mundo, era a fotografia no sec. XIX, que tinha o poder de mostrar o mundo todo.

 

Nos anos de 1840, as fotografias alcançaram os seus resultados mais surpreendentes.

Nos anos de 1860, os fotógrafos profissionais montavam estúdios de retratos.

 

Câmera

As fotos eram impressas em pequenos cartões de papelão. E estes retratos acabaram virando mania.

Muitas pessoas compraram também, as suas câmeras. Fotografia virou hobby.

 

Negativos de vidro

A partir dos filmes flexíveis (os primeiros negativos eram feitos em placas de vidro) e do início das revelações em laboratórios, tudo ficou mais fácil. Porém a fotografia colorida, só surgiu a partir de 1903.

 

Película

Fotografia e Arte

 

Os artistas que inicialmente temia a fotografia, perceberam rapidamente que ela era uma aliada para a arte.

Alguns pintores, passaram a usar a fotografia em suas pinturas.

E a partir deste momento, os artistas perceberam também, que os modelos não precisavam permanecer mais por horas, no ateliê.

As fotografias viraram então, uma ajuda em prol da pintura.

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Arte Naif

A palavra francesa Naif é empregada para o gênero de pintura chamado aqui no Brasil também de ingênuo, delicado, detalhado, colorido e às vezes primitivo.

 

Quando o termo Naif surgiu, ele era só um apelido. Assim como em outras épocas, os pintores foram chamados de impressionistas, cubistas, futuristas, etc, etc, etc. …

Os Naifs, em geral, são autodidatas. Isto é, não estudaram para pintar.  E sua pintura não é ligada a nenhuma escola ou tendência artística, eles não frequentaram uma Faculdade de Artes. Alguns podem até ter frequentado uma faculdade, mas não, de artes. Essa é a beleza maior desses artistas, eles podem pintar sem regras, sem imposições de um período ou movimento. Podem ousar tudo. São simplesmente PINTORES.

Podemos encontrar pintores Naifs entre sapateiros, carteiros, donas de casa, médicos, jornalistas e diplomatas. A arte Naif que se convencionou chamar de arte popular é muito mais do que isso.

A Pintura Naif no Brasil,  é ARTE!

O Brasil junto com a França, a ex-Iugoslávia, o Haiti e a Itália, é um dos “cinco grandes ” da arte Naif no mundo. Um grande número de obras de pintores Naifs brasileiros faz parte do acervo dos principais museus de Arte existentes no mundo.

Os quadros de Naifs brasileiros são reproduzidos nos mais importantes livros estrangeiros sobre arte Naif. Os Naifs são pessoas extremamente sensíveis. Para conhecer um pouco mais sobre esta a rte escolhi alguns quadros.

Espero que gostem.

EU AMO ESTE QUADRO!!!!!!!!!

                                                                                                                                                                                          Bordando, Pilar Sala.


Brincadeira, Araçy.

 

Fazenda de Algodão, Valquíria Barros.

 

O Sonho, Emma Bianchini.

 

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Ilustração é uma imagem que é utilizada para acompanhar, explicar, interpretar ou até mesmo decorar um texto. É também, um dos elementos mais importantes do design gráfico.

 

As ilustrações são comuns em  jornais, cartazes, revistas e livros, especialmente nas leituras infantis e infanto- juvenis. No caso das ilustrações infantis, às vezes  elas assumem o papel do “texto”, contando por si, toda a história.

 

Estes trabalhos,  podem ser feitos com desenhos, pinturas, colagens, fotografias e até por imagens criadas em computadores.

 

A  ilustração tem sua origem nas Iluminuras, que eram utilizada na Idade Média. Mas, hoje,  sua história está intimamente ligada à imprensa e à gravura.

 

A ilustração da capa de um livro, é o convite para a leitura. Assim como a boa ilustração interna, incentiva à leitura.

 

Geralmente as ilustrações de um livro infantil  vêm com diversos desenhos que narram uma  história, porém, na maioria das vezes os artista que criaram as mesmas, passam despercebido até mesmo pelos adultos que fizeram a leitura daquelas histórias infantis.

 

Por isso, escolhi os meus ilustradores preferidos. Espero que vocês também gostem e que eles chamem a sua atenção.

 

André Neves

André Neves  é um pernambucano, que mora no Rio Grande do Sul. Ele diz em seu blog, que confabula com as imagens. Diz ainda, que algumas imagens,  ficam na sua imaginação e outras, saem para os livros. Comenta também, que ele é pura imagem e que risca e rabisca o tempo todo.

 

                                                                      Imagem  para o livro “Carmela Caramelo”, de Cris Rogerio, Ed. Cortez, 2012.

 

 

                                                                                                                              Imagem realizada para a Revista Crescer

 

 Kathy Hare

Kathy Hare é uma ilustradora freelance, que sempre teve paixão pelo desenho. Depois que criou seus filhos, decidiu que queria fazer uma carreira. Após cinco anos de estudo, formou-se na Escola de Cambridge de Arte, como Ilustradora. Ela gosta de  trabalhar com giz pastel e lápis de cor, mas, também desfruta dos experimentos e das brincadeiras com todos os tipos de mídia.

 

                                                                                                                                                     Twirl – Ilustração de fadas, Kathy Hare.

 

 

                                                                                                                                               Lazy, hazy summer days, Kathy Hare.

 

 Marie – Eve Tremblay

Marie-Eve é uma  artista canadense. Ela é apaixonada por viagens, e nelas, encontra inspiração para seus trabalhos, seja na natureza ou em situações da vida cotidiana. Sua visão do mundo é cheia de afeto e humor. E suas imagens refletem isso, pelos  tons quentes que usa e pela delicadeza que transmite.

                                                                                                                                                                  Marie – Eve Tremblay

                                                                                                                                                                   Les Voleurs de Couleurs, Marie – Eve Tremblay.

 

 

Jangjun

Este coreano combina traços leves com um colorido bem característico o que torna a sua ilustração impossível de esquecer, pois ela é cheia de fantasia e realismo.

                                                                                                                                                                   Jangjun

 

Nelson Cruz

Nelson Cruz nasceu em Belo Horizonte e vive atualmente em Santa Luzia. É jornalista, Ilustrador. Porém, é desenhista autodidata. Estudou pintura nos anos 70 no ateliê da pintora Esthergilda Menicucci, em Belo Horizonte. Fez mais de 40 exposições entre mostras individuais, coletivas e participações em salões de arte. Trabalhou na imprensa como ilustrador e caricaturista. No final dos anos 80 começou a se dedicar a ilustração para crianças e jovens. É autor de vários livros tendo recebido prêmios por suas ilustrações e histórias. 

Autor de 13 livros e ilustrador de mais de oitenta.

                                                                                                                                                                                      Capa do livro Dirceu e Marília, Nelson Cruz.

 

                                                                                                                                                         Livro Dirceu e Marília, Nelson Cruz.

 

                                                                                                                                                                                  Noite,  Anton Pieck.

 

                                                                                                                                                              Calendário de Contos de Fadas, Flautista de Hamelin, Pedro Bascon.

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Vimos nos artigos anteriores histórias sobre o Ballet Clássico e a Dança Contemporânea.

Veremos agora, a história de um grupo brasileiro que trabalha a música com os sons do corpo e de um grupo nova iorquino que trabalha o som de uma maneira performática.

 

Barbatuques

 

Parece muito primitivo imaginar o ser humano fazendo sons com o corpo?

 

Pois conheça então, um grupo que usa apenas os sons do corpo para montar as suas apresentações.

O grupo mistura, efeitos de voz, sapateado, palmas, pés, movimentos de boca, do peito, das coxas e de outras partes do corpo.

O grupo Barbatuques é referência internacional em percussão corporal,

O núcleo artístico e pedagógico Barbatuques, foi fundando em 1996 pelo músico Fernando Barba. Desde então, o grupo vem desenvolvendo pesquisas sobre o tema resgate de sons do corpo, como instrumentos de percussão e nestas pesquisas acabaram descobrindo uma quantidade de sons suficiente para transformar o corpo em uma verdadeira orquestra sinfônica.

 

(Pesquisa Biográfica retirada também do FB dos Barbatuques)

 

 

 

Blue Man Group

 

O Blue Man Group, apresenta seu show, com três personagens carismáticos, que usam roupas pretas, sobre seus corpos azuis, cor esta dada por máscaras e luvas de latex. São calvos,  sem orelhas e meio lunáticos ou enigmáticos se preferirem, que  levam o público a total diversão, a partir de uma experiência multi-sensorial.

O espetáculo combina comédia teatral, música e percussão, e é um dos melhores shows da off-Broadway do momento.

Nas performances, o grupo incorpora uma música (com ênfase na percussão), com adereços e iluminações inventadas.

O grupo mostra-se sempre, bem-humorado, enérgico e empregam pensamentos que provocam sátiras sobre a vida moderna.

Os Blue Man não falam, mas  seus rostos demonstram expressões de curiosidade, surpresa, admiração, tristeza, entre outras, apenas com o olhar. E agem sempre impulsivamente.

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