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Archive for the ‘8º ano’ Category

Arte Pop

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Pop Art é a abreviatura de Popular Art ou em português,  Arte Popular.

A Art Pop foi um movimento artístico que se desenvolveu na década de 1950, na Inglaterra e nos Estados Unidos. Andy Warhol foi o seu maior representante.

Este movimento foi na verdade uma reação artística ao Expressionismo Abstrato movimento das décadas de 1940 e 1950.

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Os artistas deste movimento buscavam inspiração na cultura de massa. Ao mesmo tempo, criticavam de forma irônica a vida cotidiana, materialista e consumista.

Andy Warhol pintou latas de refrigerante, embalagens de alimentos. No Brasil artistas pintaram a histórias em quadrinhos e jogos de futebol, etc.

Os artistas trabalhavam com cores vivas e modificavam o formato dos objetos.   A técnica de repetir várias vezes um mesmo objeto, com cores diferentes e a colagem foram muito utilizadas.

Andy Warhol teve seu maior destaque fotografando e pintando o consumismo humano. Pintou artistas de cinema e da música e todos os esperavam com ansiedade nas festas da cidade para aparecer nas obras de Wahrol.

Esta semana tive a oportunidade de visitar mais uma vez a Benedito Calixto e entre muitas obras  deparei-me com um artista  POP-ART Contemporâneo Sérgio Astral. Influenciado pela obra de Andy Warhol, Sergio faz uma arte belíssima.

Sérgio Astral

Sérgio Astral é um artista plástico, auto-didata, fã inveterado da Pop Art.

Nascido na zona leste da capital paulista, pouco a pouco, está assinando seu nome no cenário artístico contemporâneo. Sérgio trabalha com técnica de pintura acrílica em painéis.  Já pintou mais de 4.500 telas com temas variados que retratam desde astros do cinema, ídolos da música e heróis de histórias em quadrinhos e animais.

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Coringa

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Jim Morrison

Michel - Sergio Astral

Michael Jackson

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Johnny Depp

Bem! Vamos ao que interessa!  Vocês pintarão seus retratos no estilo Pop Art e postarei aqui, juntamente com Wahrol e Sergio Astral. Então vamos! Mãos a obra! Quer ver sua imagem pintada no estilo Pop Art neste blog? Então pinte!

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Hiper Realidade

Ron Mueck cresceu vendo os pais construindo brinquedos.

Aprendeu bem cedo fazer bonecos e aperfeiçoou-os sua confecção com muitos detalhes. Fez do seu trabalho publicidade, cenografia. Em 1997 assumiu a carreira de escultor e trabalha desde então em Londres.

Escultor australiano, Ron Mueck modela cenas da realidade cotidiana em peças que variam de tamanho e são confeccionadas com resina acrílica, fibra de vidro, silicone entre outros materiais. Começou sua carreira fabricando marionetas e modelos para a televisão e filmes infantis, seu trabalho teve maior destaque ao expor na Bienal de Veneza a escultura Boy de 1999 e que tem 5 metros de altura.

Impressiona ao perceber que o artista conseguiu captar e materializar em mínimos detalhes, isto é, hiper-realisticamente, o sentimento e as expressões humanas, situações de solidão, dor, alegria, depressão ou simplesmente o ato de dormir.

O artista usa não apenas o modelado da forma, mas também as possibilidades de pintura da peça e a adição de outros elementos, como cabelo e pelos, para criar a sensação de algo real.

 

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Na segunda metade do séc. XIX, um grupo radicado em Paris causou escândalo ao violar muitas das regras academicistas que até então dominavam a produção artística local. Pintaram ao ar livre e à luz do dia, trocaram temas míticos e religiosos  por retratos de gente comum e da vida contidiana, apostaram numa paleta de cores mais leve e clara e não se contentaram em apenas pintar  o  ambiente ou  a realidade nas formas, preferiram deixar em sua telas pedaços “borrados” com “contornos incompletos”. Isso é o Impressionismo.

A mais importante coleção de artes Impressionista do mundo, está no Museu D’Orsay, de Paris e 85 telas foram retiradas das paredes do museu e estão aqui no Brasil.

Para garantir a segurança das obras. Foi necessário ter um orçamento de quase 11 milhões de reais. Por razão de segurança, as telas vieram divididas e 6 aviões.

Chegando ao Brasil as mesmas telas ficaram em repouso por 48 horas guardadas nas suas caixas de madeira em um ambiente com temperatura entre 18 e 21 graus, até poderem ser retiradas e penduradas nas paredes.

As obras são dos artistas mais renomados do movimento Impressionista e do movimento anterior também. entre eles estão Manet, Monet, Cézanne, Paul Gauguin, Van Gogh.

Centro Cultural Banco do Brasil

Até 07 de outubro

Aproveitem!!!!!!!!

 

Crítica da Profª Tânia Regina M Costa

EU FUI!!!!!!! AMEI! Mas, também me decepcionei.
São poucos os quadros dos nossos artistas, mais amados.
Ou, dos meus artistas mais amados. Van Gogh por exemplo, só tem “Um”. Mas, fica interessante quando vemos alguns quadros que são do início da carreira dos aristas mais famosos, que conheemos.

Amei ver Berthe Morisot , alguns quadros do Pissarro são Maravilhosos. Amei Toulouse, Renoir. E mesmo vendo tanta coisa maravilhosa, lembrei do nosso MASP, que também é lindo! E dos nossos Contemporâneos que são FANTÁSTICOS!!!!!!!!

Porém, não resisti aos quadros do Monet e deixei a Ponte Japonesa para que vocês possam admirá-la. Não deixem de ir a exposição. Eu sou crítica ao extremo.

MAS VALE A PENA!

MIL BEIJOS!!!!!!

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 Baudelaire – Nadar – 1855

A fotografia espalhou-se rapidamente pelo mundo no século XIX. E de repente, a fotografia, passa a ser a maneira mais fácil de retratar imagens e pessoas para futuramente, pintá-las.

Para quem quisesse por exemplo, pintar pessoas da Arábia, não era mas necessário ir ao país mas conseguir uma fotografia das pessoas do local.

Assim como a Internet hoje nos mostra o mundo, era a fotografia no sec. XIX, que tinha o poder de mostrar o mundo todo.

 

Nos anos de 1840, as fotografias alcançaram os seus resultados mais surpreendentes.

Nos anos de 1860, os fotógrafos profissionais montavam estúdios de retratos.

 

Câmera

As fotos eram impressas em pequenos cartões de papelão. E estes retratos acabaram virando mania.

Muitas pessoas compraram também, as suas câmeras. Fotografia virou hobby.

 

Negativos de vidro

A partir dos filmes flexíveis (os primeiros negativos eram feitos em placas de vidro) e do início das revelações em laboratórios, tudo ficou mais fácil. Porém a fotografia colorida, só surgiu a partir de 1903.

 

Película

Fotografia e Arte

 

Os artistas que inicialmente temia a fotografia, perceberam rapidamente que ela era uma aliada para a arte.

Alguns pintores, passaram a usar a fotografia em suas pinturas.

E a partir deste momento, os artistas perceberam também, que os modelos não precisavam permanecer mais por horas, no ateliê.

As fotografias viraram então, uma ajuda em prol da pintura.

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Arte Naif

A palavra francesa Naif é empregada para o gênero de pintura chamado aqui no Brasil também de ingênuo, delicado, detalhado, colorido e às vezes primitivo.

 

Quando o termo Naif surgiu, ele era só um apelido. Assim como em outras épocas, os pintores foram chamados de impressionistas, cubistas, futuristas, etc, etc, etc. …

Os Naifs, em geral, são autodidatas. Isto é, não estudaram para pintar.  E sua pintura não é ligada a nenhuma escola ou tendência artística, eles não frequentaram uma Faculdade de Artes. Alguns podem até ter frequentado uma faculdade, mas não, de artes. Essa é a beleza maior desses artistas, eles podem pintar sem regras, sem imposições de um período ou movimento. Podem ousar tudo. São simplesmente PINTORES.

Podemos encontrar pintores Naifs entre sapateiros, carteiros, donas de casa, médicos, jornalistas e diplomatas. A arte Naif que se convencionou chamar de arte popular é muito mais do que isso.

A Pintura Naif no Brasil,  é ARTE!

O Brasil junto com a França, a ex-Iugoslávia, o Haiti e a Itália, é um dos “cinco grandes ” da arte Naif no mundo. Um grande número de obras de pintores Naifs brasileiros faz parte do acervo dos principais museus de Arte existentes no mundo.

Os quadros de Naifs brasileiros são reproduzidos nos mais importantes livros estrangeiros sobre arte Naif. Os Naifs são pessoas extremamente sensíveis. Para conhecer um pouco mais sobre esta a rte escolhi alguns quadros.

Espero que gostem.

EU AMO ESTE QUADRO!!!!!!!!!

                                                                                                                                                                                          Bordando, Pilar Sala.


Brincadeira, Araçy.

 

Fazenda de Algodão, Valquíria Barros.

 

O Sonho, Emma Bianchini.

 

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As ideias do Surrealismo no Brasil começam a ser desenvolvidas  e absorvidas entre as década de 1920 e 1930, pelos participantes do Movimento  Modernista do Brasil.

O Surrealismo deixou marcas na formação estética de muitos artistas brasileiros, mas poucas pessoas os citam como artistas surreal ou como artistas que também trabalharam o surrealismo.

Podemos observar características surreais nas pinturas de Ismael Nery e da artista Tarsila do Amaral. O artista pernambucano Cícero Dias, apresenta também muitas características do surrealismo.

E as  esculturas de Maria Martins também caminham na mesma direção.

Mas, no Brasil o Surrealismo acrescenta o imaginário popular brasileiro.

 

Tarsila do Amaral

(1886 – 1973)

 

Tarsila do Amaral nasceu em 1 de setembro de 1886, no Município de Capivari, interior do Estado de São Paulo. Filha de fazendeiro, passou a infância nas fazendas de seu pai. Estudou em São Paulo, no Colégio Sion e depois em Barcelona, na Espanha, onde fez seu primeiro quadro, “Sagrado Coração de Jesus”, 1904.

Em 1920 embarcou para a Europa e ingressou na Académie Julian em Paris.

Não teve participação na “Semana de 22”. Mas, integrou-se ao Modernismo que surgia no Brasil, visto que na Europa estava fazendo estudos acadêmicos.
Em 1928 pintou o “Abaporu” para dar de presente de aniversário a Oswald de Andrade seu marido. Oswald que se empolgou com a tela e criou o Movimento Antropofágico.

A figura do Abaporu simbolizou o Movimento que queria deglutir, engolir, a cultura européia, que era a cultura vigente na época, e transformá-la em algo bem brasileiro.
Nos anos 50 volta ao tema “Pau Brasil”.

Faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973.

                                                                                                                                                        Abapuru, 1928 – Tarsila do Amaral

                                                                                                                                                                        A Cuca, 1924 – Tarsila do Amaral

Ismael Nery

(1900 – 1934)

 

Nascido no ano de 1900 na cidade de Belém do Pará, Ismael teve grandes experiências artísticas em toda sua carreira como pintor. Faz muito sucesso ainda hoje entre os amantes e admiradores. Em toda sua vida artística, a fase em que mais se destacou foi no Surrealismo. Porém, não se prolongou muito neste período.

Ismael Nery sempre se auto-nomeou filósofo, devido ao seu modo de pensar e pintar suas obras, pois para ele era muito mais do que apenas pintar, era expressar a realidade.

Aos 34 anos de idade veio a falecer de Tuberculose.

                                                                                                                                                                  Ismael Nery

                                                                                                                                                                                             Ismael Nery

Cícero Dias

(1908-2003)

 

Nasceu no engenho de Jundiá, Pernambuco. Aos treze anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. Estudou pintura na Escola Nacional de Belas Artes durante dois anos, mas não seu adaptou ao ensino acadêmico e abandonou os estudos. Sua primeira exposição individual foi em 1937, fixou residência em Paris, tornou-se amigo de Picasso. Foi um dos primeiros abstratos brasileiros mas, voltou ao figurativismo abordando a sexualidade e às imagens do inconsciente. Foi agraciado com a Ordem Nacional do Mérito da França. Sua obra mais importante é um painel de 15 metros chamado Eu Vi o Mundo…. ele começava no Recife.

Morreu e foi sepultado em São Paulo.

                                                                                                                 Eu vi o mundo…ele começava no Recife, 1931, Cícero Dias

                                                                                                                                                                      Sonho Onírico, Cícero Dias

Maria Martins

(1900-1973)


Maria Martins nasceu em 1900 em Campanha, uma pequena cidade mineira próxima a Varginha e morreu no Rio de Janeiro em 1973. Estudou pintura em Paris mas logo interessou-se pela escultura.

Artista, embaixatriz, femme du monde, poeta, jornalista e escritora, Maria e sua arte ocupam um espaço importante na arte moderna do Brasil e internacional.  Maria Martins começou seu trabalho como escultora aos trinta anos, assim como Tarsila do Amaral, na pintura.
As duas receberam uma educação esmerada para moças de elite, em colégios de freiras. Após um casamento fracassado, Maria vai a Paris acompanhando seu pai em tratamento de saúde. Frequentou os círculos intelectuais parisienses e em 1926 casa-se com o diplomata brasileiro Carlos Martins Pereira e Souza. 

Sua iniciação na escultura foi lenta e esparsa, em diferentes capitais: Quito, Copenhague, Tóquio e Bruxelas, onde passou a viver com seu marido.

A escultora é mais conhecida na Europa e nos Estados Unidos do que em sua terra natal. Sua carreira encontrou maior brilhantismo no exterior.

Somente a partir de 1939 passou a utilizar o bronze. Que desta data em diante, passou a ser o principal suporte à sua obra.

                                                                                                                                                                    Ritos e Ritmos, Palácio da Alvorada, Maria Martins.

                                                                                                                                                           O Impossível, Maria Martins.

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Ilustração é uma imagem que é utilizada para acompanhar, explicar, interpretar ou até mesmo decorar um texto. É também, um dos elementos mais importantes do design gráfico.

 

As ilustrações são comuns em  jornais, cartazes, revistas e livros, especialmente nas leituras infantis e infanto- juvenis. No caso das ilustrações infantis, às vezes  elas assumem o papel do “texto”, contando por si, toda a história.

 

Estes trabalhos,  podem ser feitos com desenhos, pinturas, colagens, fotografias e até por imagens criadas em computadores.

 

A  ilustração tem sua origem nas Iluminuras, que eram utilizada na Idade Média. Mas, hoje,  sua história está intimamente ligada à imprensa e à gravura.

 

A ilustração da capa de um livro, é o convite para a leitura. Assim como a boa ilustração interna, incentiva à leitura.

 

Geralmente as ilustrações de um livro infantil  vêm com diversos desenhos que narram uma  história, porém, na maioria das vezes os artista que criaram as mesmas, passam despercebido até mesmo pelos adultos que fizeram a leitura daquelas histórias infantis.

 

Por isso, escolhi os meus ilustradores preferidos. Espero que vocês também gostem e que eles chamem a sua atenção.

 

André Neves

André Neves  é um pernambucano, que mora no Rio Grande do Sul. Ele diz em seu blog, que confabula com as imagens. Diz ainda, que algumas imagens,  ficam na sua imaginação e outras, saem para os livros. Comenta também, que ele é pura imagem e que risca e rabisca o tempo todo.

 

                                                                      Imagem  para o livro “Carmela Caramelo”, de Cris Rogerio, Ed. Cortez, 2012.

 

 

                                                                                                                              Imagem realizada para a Revista Crescer

 

 Kathy Hare

Kathy Hare é uma ilustradora freelance, que sempre teve paixão pelo desenho. Depois que criou seus filhos, decidiu que queria fazer uma carreira. Após cinco anos de estudo, formou-se na Escola de Cambridge de Arte, como Ilustradora. Ela gosta de  trabalhar com giz pastel e lápis de cor, mas, também desfruta dos experimentos e das brincadeiras com todos os tipos de mídia.

 

                                                                                                                                                     Twirl – Ilustração de fadas, Kathy Hare.

 

 

                                                                                                                                               Lazy, hazy summer days, Kathy Hare.

 

 Marie – Eve Tremblay

Marie-Eve é uma  artista canadense. Ela é apaixonada por viagens, e nelas, encontra inspiração para seus trabalhos, seja na natureza ou em situações da vida cotidiana. Sua visão do mundo é cheia de afeto e humor. E suas imagens refletem isso, pelos  tons quentes que usa e pela delicadeza que transmite.

                                                                                                                                                                  Marie – Eve Tremblay

                                                                                                                                                                   Les Voleurs de Couleurs, Marie – Eve Tremblay.

 

 

Jangjun

Este coreano combina traços leves com um colorido bem característico o que torna a sua ilustração impossível de esquecer, pois ela é cheia de fantasia e realismo.

                                                                                                                                                                   Jangjun

 

Nelson Cruz

Nelson Cruz nasceu em Belo Horizonte e vive atualmente em Santa Luzia. É jornalista, Ilustrador. Porém, é desenhista autodidata. Estudou pintura nos anos 70 no ateliê da pintora Esthergilda Menicucci, em Belo Horizonte. Fez mais de 40 exposições entre mostras individuais, coletivas e participações em salões de arte. Trabalhou na imprensa como ilustrador e caricaturista. No final dos anos 80 começou a se dedicar a ilustração para crianças e jovens. É autor de vários livros tendo recebido prêmios por suas ilustrações e histórias. 

Autor de 13 livros e ilustrador de mais de oitenta.

                                                                                                                                                                                      Capa do livro Dirceu e Marília, Nelson Cruz.

 

                                                                                                                                                         Livro Dirceu e Marília, Nelson Cruz.

 

                                                                                                                                                                                  Noite,  Anton Pieck.

 

                                                                                                                                                              Calendário de Contos de Fadas, Flautista de Hamelin, Pedro Bascon.

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